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Estudo é desenvolvido no Instituto de Biotecnologia da Unesp de Botucatu.
Pesquisador afirma que há pouca diferença entre os vírus da dengue e zika.

Com o objetivo de descobrir a neutralização dos vírus da dengue e zika, pesquisadores da Unesp de Botucatu (SP) retiraram 28 bactérias do intestino de um mosquito Aedes aegypti. Após meses, estudos detectaram que o primeiro contato com os vírus causadores das doenças é dado por meio do intestino do inseto.

“O intestino é a primeira barreira que o vírus vai encontrar no corpo do mosquito. As bactérias do intestino vão ajudar no sistema imunológico do inseto e, sem elas, o mosquito tem uma propagação maior do vírus”, explica a pesquisadora Letícia Tsieme Gushi.

Se der certo, essa bactéria poderia ser uma grande arma contra os vírus. Ela seria espalhada no meio ambiente e  o mosquito  naturalmente vai sugar essa bactéria. Como o efeito dela seria matar os vírus da dengue e zika, o Aedes aegypti não iria transmitir mais essas doenças.

O estudo é desenvolvido no Instituto de Biotecnologia da Unesp de Botucatu. O pesquisador Jayme Souza Neto afirma que há pouca diferença entre os vírus da dengue e do zika.

“Estudos moleculares mostram que os vírus são muito semelhantes. Por isso a gente acredita que se uma bactéria tem ação contra o vírus da dengue, ela pode ter ação contra o da zika”. A próxima fase da pesquisa será testar cada uma das 28 bactérias em uma incubadora, junto dos vírus. Se uma delas neutraliza-los, um avanço será registrado.

Fonte: G1

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) vai determinar na próxima semana se o surto do vírus Zika constitui uma emergência sanitária de alcance internacional.

Segundo acaba de anunciar a diretora-geral da instituição, Margaret Chan, aOMS dedicou uma sessão do conselho executivo, a decorrer esta semana em Genebra, ao surto do vírus Zika, que afeta mais de vinte países na América Latina.

A situação mais grave é a do Brasil, onde o ministério da Saúde estima a ocorrência de entre 497.593 e 1.482.701 casos em 2015, incluindo 3.893 casos de microcefalia.

A Colômbia é o segundo país mais atingido, tendo sido confirmados 13.808 casos, incluindo em 890 grávidas, e 2.611 casos suspeitos.

O vírus Zika é transmitido aos seres humanos por picada de mosquitos infetados e está associado a complicações neurológicas e malformações em fetos. Não se transmite de pessoa para pessoa.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) indica que “os sintomas e sinais clínicos da doença são, em regra, ligeiros: febre, erupções cutâneas, dores nas articulações, conjuntivite, dores de cabeça e musculares”.

Fonte: meioambienterio

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