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A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo realiza no dia 9 de julho o “Dia de Campo Sistemas Integrados”.
O evento acontecerá na sede do Instituto de Zootecnia em Nova Odessa, no interior de São Paulo, e tem como objetivo divulgar práticas sustentáveis de produção animal em sistemas integrados.
As vagas são limitadas e as inscrições são gratuitas.
Veja a programação:
08h00 – Recepção dos participantes
8h30 – Abertura
8h40 – Dinâmicas a campo:
Estação 1: Silvipastoril de mogno-africano com o capim-marandu. Pesquisadora Drª Alessandra Aparecida Giacomini – Instituto de Zootecnia.
Estação 2: Consórcio de milho safrinha e capim-ruziziensis com doses de nitrogênio. Pesquisadora Drª Karina Batista – Instituto de Zootecnia.
Estação 3: Consórcio de leguminosa-macrotiloma e capim-marandu. Pesquisadora Drª Luciana Gerdes – Instituto de Zootecnia.
Estação 4: Importância do banco de germoplasma de forrageiras do IZ para o sistema integrado. Pesquisador Dr. Waldssimiler Teixeira de Mattos – Instituto de Zootecnia.
Estação 5: Programa Leite Mais. Pesquisador Dr.Enilson Geraldo Ribeiro – Instituto de Zootecnia.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail eventos@iz.sp.gov.br.

Fonte: noticiasdapecuaria

Em Santos, desconto varia de 1,5% a 10% no IPTU, dependendo da área.
Preço total do telhado verde pode custar entre R$ 3.500 e R$ 550 mil.

Os condomínios que implantarem o telhado verde, cobertura vegetal instalada nas edificações, terão desconto no IPTU em Santos, no litoral de São Paulo. Alguns prédios, que já tinham telhados verdes antes do projeto ser aprovado no fim do ano passado, se beneficiaram com a nova lei por pensar no meio ambiente.

O projeto de lei complementar (PLC), de autoria do vereador Marcelo Del Bosco (PPS), foi aprovado no fim do ano passado. A lei prevê desconto no IPTU para os condomínios de edifícios que tenham mais de três unidades agrupadas. O desconto vai de 1,5% a 10% do IPTU, dependendo da área utilizada. A lei prevê que os telhados verdes sejam compostos por impermeabilização, proteção contra raízes, drenagem, filtragem, substrato e vegetação.

Em Santos, o prédio da Petrobras, no Valongo, conta desde 2014 com essa estrutura. Outro prédio que também aderiu ao telhado verde é o edifício Ana Costa, que fica na avenida de mesmo nome. No topo do prédio comercial, foram colocadas grama esmeralda e capim do texas em uma área de 550 m².

Sérgio Rocha, diretor do Instituto Cidade Jardim, que implantou o telhado verde no edifício Ana Costa, está no ramo desde 2008 e diz que o telhado verde pode ser instalado em qualquer casa ou prédio. “Se a gente tem um telhado totalmente limpo, com toda a estrutura, a gente monta como se fosse um ‘lego’, um kit pré-fabricado”, falou. É preciso averiguar  se a estrutura comporta o telhado verde e conferir os sistemas de impermeabilização e drenagem.

Segundo ele, vários tipos de vegetação podem ser colocadas nos telhados, a escolha depende do objetivo do proprietário. Em um prédio, por exemplo, se a intenção for fazer uma horta ou espaço para lazer, podem ser plantadas árvores que demandem um cuidado diário por parte dos moradores para uma maior interação.

Construção do telhado verde, em Santos (Foto: Divulgação/Instituto Cidade Jardim)Construção do telhado verde, em Santos (Foto: Divulgação/Instituto Cidade Jardim)

Já se a ideia é fazer apenas um gramado simples, que exija uma manutenção diária, é possível fazer uma combinação simples e encontrar plantas que são mais resistentes. “Fazemos um trabalho de curadoria para chegar a uma combinação que não dê muito trabalho. É uma camada super leve, em torno de 80 quilos. É a que tem melhor custo beneficio”, explica.

A irrigação para um telhado verde simples deve ser feita, no máximo, cinco vezes ao dia. Já a manutenção do jardim deve ser feita, no mínimo, duas vezes por ano. É preciso checar os ralos entupidos, o desenvolvimento das plantas, adicionar novas mudas e verificar a chegada de novas sementes.

Rocha diz que o projeto mais simples sai em torno de R$ 180 o metro quadrado e o mais caro pode chegar a R$ 1 mil o metro quadrado. O preço total do serviço varia de R$ 3.500 a R$ 550 mil e pode ser feito em telhados que tenham de 20 metros a até 3 mil metros.

Segundo Rocha, o mais importante é que o telhado verde traz benefícios para os moradores do prédio ou da casa. Além da boa estética, o telhado aumenta a umidade relativa do ar, dando a sensação de que o ar está mais úmido. “Chega de reduzir cerca de 70% de temperatura. A luz solar bate na laje e não esquenta, reduz a temperatura em torno também”, comenta Rocha.

A presença das plantas no telhado também auxilia na diminuição da poluição e a redução dos ruídos e do calor nas casas. E agora, também ajuda no IPTU dos prédios em Santos, o que já acontece em outras cidades do Brasil. “A procura pelo nosso serviço tem aumentado bastante, não tanto devido a lei, mas porque vira um diferencial. É uma valorização do imóvel”, diz.

Telhado verde em prédio de Santos (Foto: Divulgação/Instituto Cidade Jardim)
Telhado verde em prédio de Santos (Foto: Divulgação/Instituto Cidade Jardim)

 

Confira outros exemplos de trotes com atividades solidárias, educativas e sociais

Para marcar o ritual de passagem da escola para a faculdade, o tradicional trote faz parte da vida dos estudantes nesta fase de transformação. Embora o trote seja muitas vezes associado à violência ou humilhação, são muitos os exemplos que provam o contrário, com atividades solidárias, educativas e sociais (veja aqui).

Em Sorocaba, no interior de São Paulo, universitários da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens) vão participar nesta quarta-feira, dia 17, de um “Trote Ecológico”, no qual 70 árvores serão plantadas às margens do rio Sorocaba e na Praça dos Amigos.

A ação é realizada pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em parceria com a Facens. O objetivo do projeto é usar a energia dos jovens para uma atividade em prol do meio ambiente, contribuindo para a arborização da cidade.

Os calouros e veteranos, divididos em grupos, serão direcionados a um dos locais, onde haverá uma oficina de plantio com a equipe da Sema. A própria Secretaria vai disponibilizar as mudas. O ponto de encontro da ação será na Praça da Biodiversidade, localizada na marginal direito do rio Sorocaba, entre as pontes Pinga-Pinga e Fernando de Lucca.

Fonte: Catraca Livre

 

 

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