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Sabia que cada R$ 1,00 investido em Mogno Africano pode render até R$ 29,00*

A Floreste tem o prazer de indicar a seus clientes uma das madeiras mais nobres e rentáveis do mercado. Nossa melhor escolha ao indicar alta produtividade e qualidade de madeira está no Mogno Africano, Khaya Ivorensis.

Ela tem um amplo uso comercial devido às características tecnológicas e a beleza da madeira. De elevada durabilidade, fácil manuseio e secagem, o mogno africano se destaca no mercado europeu que é grande importador principalmente da espécie Khaya ivorensis.

O mogno africano pode ser até  47 vezes mais rentável do que o eucalipto. O valor do metro cúbico do mogno africano, segundo cotação de março de 2013, é de 2.500 reais aos 15 anos de idade. Já o Eucalipto tem seu metro cúbico estere vendido a 77,50 reais aos 6 anos de idade.

A demanda de madeira é alta e o Brasil já entrou em um processo de apagão florestal. Isto significa que faltará madeira para a demanda de consumo interno e externo. Este é um ótimo momento para iniciar um investimento em plantio de florestas.

Conheça o próspero investimento em plantio de Mogno africano. O trabalho da Floreste vai além da venda de mudas de Mogno Africano, é dar aos clientes informações para correção, adubação, limpeza, manejo da floresta para otimizar seu crescimento e o resultado financeiro obtido.

Entre em contato por telefone ou conheça melhor o mogno africano navegando no menu direito.

Floreste Mudas – 67 3331.1371 – 99230-8937

 

Fonte: http://mudasnobres.com.br/mogno-africano

Texto da fonte adaptado para Floreste.

 

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No semiárido nordestino, uma oportunidade de negócio surge com alta rentabilidade aos investidores. Segundo a Associação Brasileira de Reflorestadores do Semiárido (ABRS), realizando o reflorestamento em uma área de um hectare, dependendo da espécie florestal – com um investimento que varia de R$ 15 a 30 mil – o produtor poderá ter uma receita real de R$ 100 mil a R$ 500 mil, ao longo de oito a 12 anos. “O produtor tem que ter a visão de futuro, e citando como exemplo ao plantar mil árvores de mogno, poderá, em dez anos, ter uma receita de R$ 1 milhão”, destaca o presidente da entidade, engenheiro agrônomo Chico Rosa.

Segundo o especialista, a relação de custo-benefício é muito boa, diante de um mercado em crescente ascensão pelos apelos ambientais, porque está proibido o consumo de madeira de floresta nativa, só podendo de florestas plantadas, ou seja, áreas de reflorestamento, como o mogno africano, por exemplo, que é bastante resistente à falta de chuvas, ideal para a região Nordeste. “O mais importante é que o pacote tecnológico, em desenvolvimento aqui no Ceará, é bastante simplificado e ao alcance do produtor rural”, ressaltou Rosa, que também é presidente do Grupo Gestor Estadual do Programa Agricultura de Baixo Carbono.

Oportunidade
Com experiência na área há dez anos, o engenheiro agrônomo Chico Rosa diz que o reflorestamento é uma nova e sólida opção de renda para todo o ambiente agrário, seja para mini, pequenos, médios e grandes produtores. No Ceará, já existe plantios iniciados com mogno em mais de 30 municípios, sendo o município de Nova Russas o centro difusor, com vários plantios já implantados, com perspectiva de colheita já para os próximos cinco anos.
Já na área de reflorestamento com sabiá, o município de Granja é o pioneiro e juntamente com outros 20 municípios, e já exporta estacas de sabiá para os Estados de Pernambuco, Alagoas. Sergipe e Bahia. No município de Marco, já existe um campo experimental da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) – juntamente com a Universidade Federal do Ceará (UFC), Governo do Estado, Sindicato da Indústria do Mobiliário no Ceará (Sindmóveis/Fiec) –, que conta com várias espécies florestais nobres, como cedro, mogno, ipê, teca e outras como aroeira e angico.

Discussão
Tendo em vista a importância de uma nova atividade com alta rentabilidade econômica e sustentação ambiental para o produtor e empreendedores rurais, é que a coordenação do Seminário Nordestino de Pecuária (Pecnordeste), realizará no dia 23 de junho, de 13 às 17h30, o I Encontro de Reflorestadores do Semiárido, coordenado pela ABRS. O evento faz parte da programação do seminário, que será realizado de 21 a 23 de junho próximos, no Centro de Eventos do Ceará, e promovido pelo do Sistema Faec/Senar/Sebrae-Ce.

Na programação constam palestras sobre: Reflorestamento com Mogno no Ceará, Logística de Implantação de Projetos, Reflorestamento de Sabiá e outras culturas de sequeiro e ainda sobre os Programas Governamentais para o Setor, na área de crédito e fornecimento de insumos, tecnologia e assistência técnica.

Para participar do I Seminário de Reflorestamento do Semiárido, os interessados poderão se inscrever através do site do Pecnordeste (www.pecnordestefaec.com.br) –onde consta toda a programação do evento ­­–, ou ligar para o telefone (85)-3535-8009 para obter outras informações.

Fonte: O Estado do CE

Um projeto de longa duração para realização de pesquisas e difusão tecnológica na área da Agrishow foi apresentado durante a 23ª edição da Feira, pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A Vitrine Tecnológica Sustentável terá foco no desenvolvimento e transferência de tecnologia em pecuária de corte e recuperação de áreas degradadas, por meio do uso da integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF).

O projeto prevê a implantação do sistema ILPF em uma área de 44 hectares que ficará dentro da Agrishow até 2028 e será de responsabilidade da Agência, por meio de seus polos regionais e do Instituto de Zootecnia (IZ), e da Embrapa Meio Ambiente. O projeto total é estimado em R$ 3 milhões. A Apta e a Embrapa buscam parcerias com instituições privadas para a execução dos trabalhos.
O projeto foi lançado em 28 de abril de 2016, o objetivo da parceria é gerar, consolidar e promover tecnologias para a produção de bovinos de corte nas fases de recria e terminação em sistemas integrados. A expectativa é que na área sejam apresentadas oportunidades de uso eficiente do solo, considerando a recuperação de áreas degradadas ou em degradação e a renovação de áreas canavieiras.
O evento reuniu a organização da Agrishow e empresas participantes da Feira, como a empresa John Deere, que manifestou interesse em participar do projeto.

Os pesquisadores também querem mostrar aos produtores rurais a importância de incluir culturas anuais ou de ciclo longo em áreas exclusivas para pastagem. “A inserção de soja e eucalipto nessas áreas contribuem para a produtividade animal e vegetal, melhoria das condições do solo e sustentabilidade de sistemas de produção de carne. Com o sistema ILPF o produtor também diversifica sua renda. A Vitrine Tecnológica Sustentável servirá como um modelo que possibilitará o conhecimento do agricultor das novidades da pesquisa para melhorar sua produção”, afirma Renata Helena Branco, pesquisadora e diretora-geral do IZ.
De acordo com o secretário de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, o lançamento da área, que realizará pesquisa e servirá para difusão tecnológica, é um momento histórico. “Estamos muito confiantes com a realização desse projeto, que terá impactos efetivos na produtividade e sustentabilidade ambiental. As parcerias com o setor produtivo são fundamentais para a concretização desse projeto e temos a pretensão de achar que quem vier para ele, se dará muito bem, pois integraremos os conhecimentos das nossas instituições”, afirmou. Segundo Jardim, uma das diretrizes propostas pelo governador Geraldo Alckmin é aproximar a pesquisa do setor produtivo.

A expectativa é que sejam avaliados na área sistemas de sucessão de culturas que incluirão soja para a produção de grãos e milho consorciado com capim para produção de silagem, inseridas em áreas de plantio de eucalipto e mogno africano.
Os sistemas de ILPF e integração lavoura-pecuária ILP têm como vantagens a melhoria na qualidade da pastagem, o aumento do conforto animal, da conservação do solo e a diversificação da fonte de renda do produtor. O principal benefício é a recuperação de pastagem, essencial para fornecer os nutrientes necessários à alimentação animal e evitar processos de degradação, como a erosão. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo estima que 4,8 milhões de hectares de pastagens estejam em estágio mediano de degradação e outros 1,5 milhão em estágio avançado em todo o Estado de São Paulo.
O IZ iniciou, em 2015, o Programa de Produção Animal em Sistemas Integrados (Propasi) com o objetivo de desenvolver uma pecuária intensiva, com sustentabilidade ambiental e respeito ao bem-estar animal, nas unidades de Nova Odessa e Sertãozinho, interior paulista. O Programa já contempla alguns projetos financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), com o objetivo de avaliar os diversos sistemas existentes, a influência de diferentes tipos de plantios na produção de forragem, bovinos de corte e leite e os impactos no solo e nas emissões de gases de efeito estufa. Também é objeto de estudo avaliar a produção do capim-marandu e o desenvolvimento das árvores de mogno africano em cultivo exclusivo – padrões comerciais – e em sistema ILP.

Parcerias

Durante o evento de lançamento, Paulo Herrmann, presidente da John Deere no Brasil, manifestou interesse em aderir ao projeto. Segundo Herrmann, o sistema ILPF gera a sustentabilidade ambiental, econômica e proporciona mais receita ao agricultor durante todo o ano. “Esse projeto é a grande revolução de recurso, pois possibilita trabalhar de maneira mais intensa as potencialidades dos campos tropicais. Produzir e preservar não são verbos antagônicos. Esta é uma oportunidade de montar um sistema que dê ao agricultor uma tranquilidade maior, para que ele fique mais protegido das intempéries, mitigue os riscos de clima e de mercado e tenha uma sustentabilidade econômica mais assegurada”, afirmou.
O diretor da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Francisco Matturro, também aprovou o projeto. Segundo ele, a Vitrine Tecnológica Sustentável estará inserida em um grande centro do agronegócio, a cidade de Ribeirão Preto. “Mas a grande vantagem é a parte técnica envolvida, com os pesquisadores do mais alto nível do IZ, APTA Regional, Instituto Agronômico (IAC) e Embrapa. Temos a oportunidade de transformar esta pequena propriedade, em uma grande vitrine, junto com a Agrishow, em que o público da feira poderá conhecer o programa funcionando, com os custos computados”, explicou.

Fernanda Domiciano, Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (MTB)
Embrapa Meio Ambiente
imprensa@apta.sp.gov.br

Fonte: Meio Ambiente Rio

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Evento desembarca em Palmas (TO) com debates voltados também à produção de madeira para uso múltiplo

Nos dias 16 e 17 de junho, Palmas, a capital do Tocantins, receberá a oitava edição do Congresso Internacional de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Indústria de Base Florestal e de Geração de Energia – Madeira 2016.

O evento promovido pelo Instituto BESC de Humanidades e Economia traz, como tema central, a produção de madeira para uso múltiplo e a competitividade do setor de base florestal brasileiro no mercado internacional.

A previsão é que o MADEIRA 2016 reúna, durante os dois dias, aproximadamente 400 participantes no Palácio Araguaia.

A programação já está praticamente toda confirmada e prevê a participação de nomes como Roberto Brant, presidente do Instituto CNA; Érica Ferraz de Campos, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável; Ana Cristina Fialho de Barros, secretária de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente; Vera Thorstensen, Centro do Comércio Global e Investimentos da FGV; João Comério, da Innovatech Negócios Florestais; André Nassar, secretário de Políticas Agrícolas, Ministério da Agricultura e do advogado Aldo De Cresci Neto, consultor especial da Câmara Setorial de Florestas Plantadas e também da Frente Parlamentar de Silvicultura.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do sitehttp://www.congressomadeira.com.br/2016/.

Fonte: Painel Florestal

A carência de madeira nobre no mercado ninguém discute. De forma predatória, estoques nativos foram exaustivamente explorados nos últimos séculos. Ipê, mogno, cedro… Foram muitas as espécies que acabaram num tipo de “extinção econômica”, com comercialização inviável. Muito se fala em preencher o vazio com cultivos em larga escala de espécies exóticas, que renderiam madeira de qualidade similar, de modo sustentável, com selo de origem.

De olho nesse mercado, a Fazenda Bela Vista Florestal, sediada no munícipio de Campo Belo (MG), decidiu apostar suas fichas no cedro australiano, que dá uma madeira leve, estável e muito parecida com a do nosso cedro-rosa. Para diminuir os riscos desse investimento alto e de longo prazo, a fazenda desenvolveu um amplo trabalho de pesquisa em melhoramento genético e manejo da espécie e já começa a atrair novos investidores.

O empresário Ilvio Azevedo é um dos que enchem a boca ao falar do novo empreendimento: uma área de 140 hectares plantada com cedro australiano, em Conceição da Barra de Minas (MG). Azevedo é um dos sócios do Grupo Seculus, um conglomerado empresarial que, desde 2009, investe também na produção de madeira em áreas de reflorestamento.

Ele conta que o grupo começou cultivando o eucalipto porque tinha um mercado estabelecido, pacote tecnológico, mas já no terceiro ano de projeto colocou o pé no freio para aprofundar os estudos em busca de uma madeira de maior valor. “Foi ai que conhecemos o cedro australiano e decidimos investir”. A meta do grupo é ambiciosa: chegar a 5 mil hectares plantados com a espécie em 10 anos. Para Azevedo, sem a pesquisa, dificilmente os olhos – e o dinheiro – do grupo teriam se voltado para o cedro australiano. “O melhoramento genético, as mudas clonadas, tudo isso dá uma segurança muito grande para nosso projeto”.

Ricardo Vilela, sócio-diretor da Bela Vista, conta que os seis clones lançados pela empresa no final de 2013 apresentam uma produtividade 200% maior em relação aos plantios feitos a partir de sementes, além de resistência à algumas das principais pragas e doenças da cultura. “Antes, não tínhamos segurança nenhuma. Em nossos primeiros plantios, feitos com semente, a gene conseguia, por ano, entre 12 e 13 metros cúbicos de madeira por hectare. As plantas não eram uniformes. Árvores lindas, outras nem tanto. Já a muda clonada eu sei que vai me garantir uma árvore idêntica à planta-mãe, com uma produtividade anual de 37 metros cúbicos por hectare”, diz ele.

fazenda bela vista cedro australiano 4

Para chegar a esses clones, a empresa percorreu um longo trajeto. Firmou uma parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e foi buscar na Austrália sementes de pelo menos 100 matrizes de cedro da espécie Toona ciliata (variedades australis), de 16 diferentes locais das costa australiana. “Para fazer um trabalho de melhoramento genético, nós precisamos de uma ampla variedade de plantas, a fim de ter como fazer a seleção. No Brasil, o cedo australiano vinha de uma única procedência e não representava bem a espécie ou o potencial no Brasil”, explica Eduardo Stehling, biólogo responsável pelo programa de melhoramento.
Para fazer seu projeto de reflorestamento com Cedro Australiano e Mogno Africano procure a FLORESTE (67)3331.1371 / 9230.8937
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Já escutou aquele ditado que diz que dinheiro não dá em árvore?

Pois bem, nós da FLORESTE MUDAS & EMPREENDIMENTOS FLORESTAIS estamos dispostos a mudar esta afirmação e mostrar aos produtores rurais do Brasil que dinheiro pode dar sim em árvore com os projetos de Reflorestamento oferecidos de forma personalizada a cada parceiro .

Mogno Africano, Acácia Mangium, Cedro Australiano, E. Citriodora e Teca são algumas espécies de arvores que plantadas como investimentos,  podem se tornar uma “poupança” ou “aposentadoria” verde no futuro.

Isso porque os projetos realizados pela Floreste são acompanhados durante todos o ciclo desde o preparo e germinação das sementes, produção das mudas,  análise e correção do solo,  pré-plantio com a incorporação dos insumos, plantio e o pós plantio.

Nosso interesse é o sucesso de cada projeto realizado e por isso a relação com nossos clientes é de parceria e confiança. Somos mais do que meros clientes e fornecedores, mas sim um grupo de interessados em um conceito de sustentabilidade e lucro.

Ao implantar sua floresta você passa a fazer parte deste  grupo de investidores e empresários de visão futura que acreditam em inovação e ciência aplicada na produção madeireira.

Conheça nossos projetos e  planeje hoje mesmo sua poupança verde.

Visite nosso Stand na Expogrande 2016 – está localizado bem ao lado dos expositores de gado Senepol quase em frente ao Tatersal de Leilões da Acrissul.

Esperamos sua visita… Vamos juntos pensar no futuro e fazer bons negócios!

Após meses de pedidos feitos por grupos, Fundação Florestal autorizou.
Voluntários ficarão responsáveis pelo plantio e manutenção da floresta.

Uma área da Floresta Estadual Edmundo Navarro de Andrade (Feena), em Rio Claro (SP), recebeu autorização para reflorestamento. No local serão plantadas cerca de 1,6 mil mudas que vão evitar o crescimento da mata e incêndios, já que nos últimos dois anos, o espaço foi prejudicado pelas queimadas.

“A ideia principal é fazer o plantio de árvores justamente na ativa, algumas frutíferas, outras não, mas árvores que possam causar um sombreamento para a gente conseguir o combate a braquiária. A gente precisa de árvores que tenham um dossel um pouco melhor, mais desenvolvido, uma copa maior”, explicou o voluntário Ives Barreto.

Em dois anos, a floresta foi prejudicada com dois incêndios. Em 2015, foram destruídos cerca de 100 alqueires de vegetação, já em 2014, 2,4 hectares acabaram prejudicados. Durante dois anos lutando para que a cidade não corra mais riscos, o projeto dos voluntários finalmente recebeu autorização.

“O tramite ocorreu normalmente. A gente deve lembrar que os plantios que estão acontecendo faz parte do processo, já que as outras etapas já foram atendidas”, disse Nelson Gallo, gerente regional da Feena.

Plantio
O plantio da área será dividido em três etapas. As mudas, que foram doadas por uma empresa da cidade, já chegaram e a primeira parte do projeto deve começar em março.

Reflorestamento deve evitar o crescimento de braquiária (Foto: Marlon Tavoni/ EPTV)
Reflorestamento deve evitar o crescimento de
braquiária no horto (Foto: Marlon Tavoni/ EPTV)

Mas durante todo o processo só plantar não é suficiente. Segundo o projeto, é necessário fazer a manutenção da área durante, pelo menos, dois anos. O mato que cresce em volta das mudas será retirado pelos voluntários.

A manutenção vai gerar um custo de R$ 5 mil, e até agora, 15% do valor já foi arrecadado. Como vão precisar de recursos, os voluntários reforçam o pedido de ajuda para manter o patrimônio natural.

“Nós temos toda essa floresta para cuidar, é nossa, a gente tem que valorizar isso. Quem gosta do horto ajuda de forma financeira ou voluntária, divulgando a ação que está acontecendo aqui, porque de uma forma ou de outra estarão ajudando positivamente”, contou Anaí Arraes, voluntária.

Fonte: G1

 

ae