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Algumas espécies são chamadas de eucalipto; a Corymbia citriodora é a mais cheirosa e de onde se extrai o óleo essencial mais usado, o eucalipto limão; Eucalyptus globulus é o eucalipto comum, usado na indústria e na homeopatia – e todas essas espécies são aromáticas, com ótimas propriedades para o tratamento das enfermidades das vias respiratórias.

Os usos medicinais recomendados para o seu chá ou aromatização de ambientes tem a ver com situações como sinusite, rinite, tosse, asma, bronquite e qualquer afecção catarral pois, seu aroma melhora a função respiratória, facilitando a fluidez do catarro acumulado.

Óleo de eucalipto

O óleo de eucalipto também é recomendado, em massagens, para as dores ciáticas. O uso industrial do óleo e da essência de eucalipto está relacionado com seu poder antisséptico e aroma refrescante, sendo incluídos em desinfetantes e aromatizantes para limpeza doméstica.

O chá de eucalipto

Para fazer um chá de eucalipto você deverá colher folhas novas da planta (são as mais ricas) e acrescentar uma colher de sopa destas, picadas, a cada xícara de água fervente. Deixe repousar, tampado, por alguns minutos, coe e beba em seguida. Este chá poderá ser adoçado com mel ou temperado com limão, se for do seu gosto. Recomenda-se o consumo de até 3 xícaras do chá ao dia.

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Foto – Eucalyptus globulus

Limpeza da pele

Uma receita com folhas de eucalipto, casca de limão, laranja e 2 gotas de óleo de lavanda, promete uma eficiente limpeza da pele ao vapor desta preparação. Você deverá ferver meio litro de água, juntar 2 folhas de eucalipto e o resto dos ingredientes.

Tirar do fogo e, com uma toalha sobre a cabeça, a 30 cm da panela, faça a aspiração do vapor e o banho da sua pele durante 10 minutos (cuidado para não se queimar). O vapor quente abrirá os poros promovendo a sua limpeza. Em seguida, enxágue com água fria.

Este procedimento também é útil quando se está com o peito carregado pois, respirar o vapor quente de eucalipto e limão favorece a limpeza dos brônquios.

A mesma receita é muito boa como escalda-pés, para o relaxamento e ativação da circulação sanguínea.

Porém, tenha atenção com os cuidados indicados

Não se aconselha o uso de eucalipto para mulheres grávidas ou lactantes, crianças menores de dois anos e pessoas que tenham alergia a este aroma.

A associação do eucalipto com sedativos, anestésicos ou analgésicos pode gerar interações de risco, com a potencialização dos medicamentos químicos e sintomas muito desagradáveis.

Antes de usar o eucalipto seja em chá, loção ou óleo essencial, verifique sua sensibilidade a alergias e, o melhor mesmo é que você consulte um terapeuta habilitado.

Doses excessivas podem causar dores de cabeça, vertigens e convulsões em pessoas sensíveis.

Fonte: greenme

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A programação que vai comemorar este ano o centenário do Museu do Eucalipto, em Rio Claro, começa na quarta-feira, 30, com a entrega do prédio totalmente reformado pela Fundação Florestal, da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, e a abertura oficial para autoridades.

 cerimônia terá início às 10 horas, no Solar Navarro de Andrade, que está localizado na Floresta Estadual, e contará com apresentação do Quinteto de Cordas da Orquestra Sinfônica de Rio Claro. Logo depois, às 11 horas, será feita visita monitorada ao museu. A reabertura do museu para o público ocorrerá no sábado, dia 2, às 9h30, com visitas monitoradas ao acervo e aos talhões históricos.

Tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) em 1977, o Museu do Eucalipto projetou-se internacionalmente já desde sua criação, em 1916, por iniciativa do engenheiro Edmundo Navarro de Andrade, que é o patrono da Floresta Estadual.

Como diretor dos hortos florestais implantados pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro no interior do estado, Andrade idealizou e fundou o Museu com o propósito de importar e estudar as diversas espécies de eucalipto, para selecionar as mais indicadas ao fornecimento de madeiras para as dormentes e produção de carvão combustível.  Os 39 anos de pesquisas contínuas deram ao Museu a classificação de museu histórico científico, caso único no mundo por conta de seu foco de estudos e as décadas de pesquisas ali realizadas.

A construção do prédio que abriga o museu faz jus ao seu passado. Com área construída de 800 metros quadrados, pelos quais se distribuem 16 salas, tudo naquele espaço lembra a sua origem. Dos móveis ao forro, passando pelo piso, lustres e molduras a matéria prima é o eucalipto, com o uso das espécies mais adequadas para as diferentes finalidades pretendidas. A Floresta, que surgiu anteriormente ao museu, data de 1909, com a implantação do programa de reflorestamento adotado pela Companhia Paulista.

Fonte: canalrioclaro.com.br

O estudo que originou a clonagem ideal durou oito anos no viveiro-laboratório da usina hidrelétrica Eletrogoes.

Nominado em “EG 2009”, o clone do eucalipto que melhor atende à combustão na usina termelétrica movida a biomassa começa a ser produzido em larga escala em Pimenta Bueno. O estudo que originou a clonagem ideal durou oito anos no viveiro-laboratório da usina hidrelétrica Eletrogoes.

 

A meta é produzir 1.500 mudas por mês no viveiro

 

Todo o processo da clonagem do eucalipto ocorre no viveiro. Neste primeiro momento, a meta é produzir 1.500 mudas por mês, no viveiro que tem capacidade de produção de seis milhões de mudas por ano, segundo informou o engenheiro florestal, Carlos Alberto Soares Monteiro, responsável pelo reflorestamento da empresa energética.

 

As pesquisas iniciaram em 2008. Ao todo, mais de 200 variedades da espécie de eucalipto foram estudadas e/ou desenvolvidas no viveiro. “Nossos estudos apontam que a EG 2009 tem a maior produtividade e rentabilidade para a usina termelétrica”, assegura o engenheiro florestal.

 

A espécie clonal pode ser cortada com quatro anos, segundo as pesquisas. “É um salto em tecnologia e qualidade em floresta plantada”, comemora o gerente operacional Gefeson Melo, da Eletrogoes, ao fazer um chamamento ao pequeno produtor para que invista na produção do eucalipto.

 

“Nossas pesquisas fomentam novas culturas de florestas sustentáveis. Este é o momento para o agricultor diversificar a renda na propriedade”, incentiva melo.

 

A floresta plantada de eucalipto, pela própria natureza, responde bem em áreas arenosas e é fonte de energia renovável gerando emprego e renda.

 

Por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), o governo de Rondônia está legalizando o Plano Estadual de Desenvolvimento das Florestas Plantadas, o que garante o planejamento de plantio, extração, beneficiamento e comercialização da madeira.
Fotos: Paulo Sérgio

Fonte: rondoniadinamica

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