Saúde

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O Governo Municipal de São Miguel do Iguaçu preocupado com a atual situação em relação ao Estado de Epidemia de dengue no município está estudando novas estratégicas ao combate do mosquito Aedes Aegypti, transmissor de doenças graves, como a dengue, a chikungunya e a zika.
São Miguel do Iguaçu está com 243 casos confirmados de dengue. Na semana passada o primeiro caso de zika vírus autóctone (contraído dentro do município) foi confirmado pela Vigilância Sanitária, sendo uma mulher de 37 anos moradora da região central da cidade.
Desde fevereiro o Comitê da Dengue juntamente com a Administração Municipal envolvendo todos os Agentes Comunitários de Saúde e Endemias, realizaram um mutirão de limpeza, mais de 280 cargas de lixo foram recolhidas de bairros e interior.
De acordo com o Secretário de Saúde, Luiz Antonio Klajn, a força-tarefa de combate a dengue continua. “Nesta sexta-feira, dia 18, vamos distribuir para a população são-miguelense mudas da planta Crotalária, sendo esta uma nova arma de combate a dengue aqui no município. O Horto Municipal está cultivando sete mil mudas, todas serão distribuídas gratuitamente”, comenta Luiz.
A dona de casa, Aparecida de Souza, já tem uma planta Crotalária há cinco anos no quintal de casa. “Trouxe uma muda lá do Mato Grosso, plantei no quintal porque sabia que ela iria combater o mosquito. Já distribui várias mudinhas para os meus vizinhos e, posso confirmar que é raro ver um mosquito pela minha casa. Acho essa atitude da Prefeitura distribuir gratuitamente as plantas crotalária interessante, espero que às pessoas realmente plantem, pois temos que combater esse mosquito”, salienta Aparecida.
Força-tarefa – O Comitê Intersetorial para controle da Dengue estará realizando um pedágio no centro da cidade (Rua Farroupilha, em frente ao banco Bradesco), nesta sexta-feira no período da manhã, orientando a população sobre a epidemia de dengue no município e entregará uma muda da planta Crotalária. A ação contará com o apoio da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Secretarias de Saúde, Meio Ambiente, Obras e todos os agentes de saúde e endemias.

 

Limoeiro de Anadia é a primeira cidade de Alagoas a usar a Crotalária no combate ao Aedes Aegipty
Gestores e comunidade se unem para participar de ações conjuntas, como a distribuição gratuita de mudas de planta que combate o mosquito.

A Prefeitura de Limoeiro de Anadia, através da secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, em parceira com as secretarias de Saúde e Educação do município, estarálançando nos próximos dias a campanha “Limoeiro Livre do Aedes Aegipty”. Acampanha reitera a mensagem de que o combate ao mosquito Aedes Aegipty depende da participação de todos, reforçando a importância de evitarmos o seu nascimento. A iniciativa manifesta a união de gestores e comunidade para participar de ações conjuntas que vão de campanhas deconscientização nas escolas à distribuição gratuita de mudas da Crotalária,planta conhecida por combater o transmissor da Dengue, Chicungunya e ZikaVírus. Limoeiro é a primeira cidade de Alagoas a incluir a planta no combate ao Aedes. “É importante deixar claro que a Crotalária nos ajudará a diminuir a proliferação do mosquito, mas a única maneira eficaz de combatê-lo é localizando e eliminando os seus criadouros, por isso é importante o trabalho dos agentes de endemias e saúde e a conscientização da população”, destacou o Prefeito Marlan Ferreira.

Na última quarta-feira (3), o Vice-Prefeito João Boró e os secretários de Agricultura e Meio Ambiente, de Educação e Saúde se reuniram para discutir o lançamento da campanha, com data ainda a ser definida. O evento contará com a participação de gestores e colaboradores que atuam principalmente na saúde e educação do município, que acompanharão palestras sobre o combate ao vetor, em especial com o uso da Crotalária.

“Antes mesmo do alerta dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Governo Federal, que declarou guerra ao mosquito, o trabalho de combate já vem sendo intensificado desde o ano passado em Limoeiro de Anadia. Recentemente um mutirão foi realizado na cidade, envolvendo agentes comunitários, Defesa Civil e militares do Corpo de Bombeiros”, expressou a Secretária de Saúde, Glauciane Veiga.

A PLANTA

A Crotalária tem o poder de atrair predadores do mosquito Aedes Aegipty e pode ser cultivada em terrenos baldios, quintais, jardins, vasos e inclusive nas margens dos rios. “A planta é um inimigo natural, ela atrai a Libélula, que põe seus ovos em água parada e limpa, da mesma maneira que o Aedes. Os ovos nascem, viram larvas e essas larvas se alimentam de outras larvas, inclusive do mosquito transmissor da Dengue. Além de tudo isso, a Libélula adulta se alimenta de pequenos insetos e o Aedes Aegypti é um dos seus pratos preferidos”, explica o Secretário de Agricultura.

Fonte: cadaminuto.com.br

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Estudo é desenvolvido no Instituto de Biotecnologia da Unesp de Botucatu.
Pesquisador afirma que há pouca diferença entre os vírus da dengue e zika.

Com o objetivo de descobrir a neutralização dos vírus da dengue e zika, pesquisadores da Unesp de Botucatu (SP) retiraram 28 bactérias do intestino de um mosquito Aedes aegypti. Após meses, estudos detectaram que o primeiro contato com os vírus causadores das doenças é dado por meio do intestino do inseto.

“O intestino é a primeira barreira que o vírus vai encontrar no corpo do mosquito. As bactérias do intestino vão ajudar no sistema imunológico do inseto e, sem elas, o mosquito tem uma propagação maior do vírus”, explica a pesquisadora Letícia Tsieme Gushi.

Se der certo, essa bactéria poderia ser uma grande arma contra os vírus. Ela seria espalhada no meio ambiente e  o mosquito  naturalmente vai sugar essa bactéria. Como o efeito dela seria matar os vírus da dengue e zika, o Aedes aegypti não iria transmitir mais essas doenças.

O estudo é desenvolvido no Instituto de Biotecnologia da Unesp de Botucatu. O pesquisador Jayme Souza Neto afirma que há pouca diferença entre os vírus da dengue e do zika.

“Estudos moleculares mostram que os vírus são muito semelhantes. Por isso a gente acredita que se uma bactéria tem ação contra o vírus da dengue, ela pode ter ação contra o da zika”. A próxima fase da pesquisa será testar cada uma das 28 bactérias em uma incubadora, junto dos vírus. Se uma delas neutraliza-los, um avanço será registrado.

Fonte: G1

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) vai determinar na próxima semana se o surto do vírus Zika constitui uma emergência sanitária de alcance internacional.

Segundo acaba de anunciar a diretora-geral da instituição, Margaret Chan, aOMS dedicou uma sessão do conselho executivo, a decorrer esta semana em Genebra, ao surto do vírus Zika, que afeta mais de vinte países na América Latina.

A situação mais grave é a do Brasil, onde o ministério da Saúde estima a ocorrência de entre 497.593 e 1.482.701 casos em 2015, incluindo 3.893 casos de microcefalia.

A Colômbia é o segundo país mais atingido, tendo sido confirmados 13.808 casos, incluindo em 890 grávidas, e 2.611 casos suspeitos.

O vírus Zika é transmitido aos seres humanos por picada de mosquitos infetados e está associado a complicações neurológicas e malformações em fetos. Não se transmite de pessoa para pessoa.

A Direção-Geral da Saúde (DGS) indica que “os sintomas e sinais clínicos da doença são, em regra, ligeiros: febre, erupções cutâneas, dores nas articulações, conjuntivite, dores de cabeça e musculares”.

Fonte: meioambienterio

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