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Redução na conta de energia pode chegar a 95% por mês.
Investimento inicial se paga em torno de seis anos, diz especialista

O sol é uma fonte com potencial para produzir energia elétrica de forma econômica e sustentável e o Brasil tem um grande potencial fotovoltaico. De acordo com Luís Guilherme Campos de Oliveira, sócio proprietário de uma empresa de energia solar em São Roque (SP), a economia pode chegar a até 95% na conta de energia por mês.

“O painel solar produz mais ou menos energia de acordo com a radiação do local, mas todas as casas e empresas podem ter energia solar”, explica Oliveira. “A Alemanha foi uma das pioneiras nesse ramo e no local com menos sol no Brasil tem 30% a mais de potencial fotovoltaico do que no lugar com mais sol na Alemanha”, afirma.

O governo brasileiro vem estudando formas de impulsionar a geração solar fotovoltaica no país, conforme afirmou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, na abertura de um evento relacionado ao tema. O Brasil deve integrar o ranking dos 20 maiores produtores de energia solar em 2018, segundo o boletim “Energia Solar no Brasil e no Mundo – Ano de Referência – 2015”, publicado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). China, Estados Unidos e Alemanha são os países que têm mais potência instalada atualmente, segundo o Portal Brasil, do Governo Federal.

Sistema de energia solar (Foto: Divulgação)Sistema de energia solar (Foto: Divulgação)

O especialista explica que existem três estruturas básicas no sistema de energia solar: a de fixação, os painéis solares – que são compostos por células fotovoltaicas que recebem luz do sol e convertem em corrente continua – e o inversor, que transforma essa energia em corrente alternada, que é a usada em residências.

Há oito meses, o engenheiro eletricista Diego Branco, também de São Roque, usa energia solar em sua casa. Ele relata que a instalação dos painéis foi realizada em um dia. “É feito um projeto anterior para definir o ponto em que esses painéis serão instalados. Em chácaras ou lugares abertos, por exemplo, dá para colocá-los no chão, em áreas verdes. Dá para adequar o lugar onde as placas serão colocadas”, conta.

Diego conta que optou pela instalação do sistema solar depois da alta nos preços da energia elétrica tradicional. “Tive um investimento inicial em torno de R$ 15 mil com seis painéis e o inversor. Mas no fim do mês, a minha conta caiu de R$ 130  para cerca de R$ 30”, contabiliza.

“O investimento inicial se paga em torno de seis anos. Investir em energia solar é melhor que qualquer aplicação financeira no mercado porque a taxa de retorno do investimento fica em torno de 20%”, expõe Luís Guilherme.

O especialista explica que o sistema solar funciona como um sistema de crédito e débito. “Se a pessoa produzir mais energia do que consumir, ela vai para a rede da concessionária. Com as mudanças das leis da Agência Nacional de Energia Elétrica, a ANEEL, o que foi ela produziu e não consumiu pode abater conta de outras residências ou comércios que tenham o mesmo CNPJ ou CPF e que sejam atendidos pela mesma concessionária.”

“Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou ainda que existe valorização de mais de 10% de imóveis que tem energia solar e esses imóveis são vendidos 30% mais rápido”, afirma Oliveira. “Durante o dia, a energia excedente que você produz é mandada para a rede da concessionária. A noite, ou em dias sem sol, você pega a energia que mandou para lá”, explica.

O especialista destaca também que durante apagões, por questões de segurança, a energia de locais com sistema solar também é cortada. Mas ele afirma que, se nesse período o dia estiver ensolarado, a energia ainda é produzida e enviada para a rede da concessionária.

Manutenção
Uma das vantagens que atraiu o engenheiro Diego Branco foi a baixa manutenção do sistema solar. Guilherme explica que ela é quase inexistente e ressalta que em apenas alguns casos é preciso uma limpeza simples com água e sabão.

O especialista ainda fala sobre outra vantagem. “É possível verificar a produção de energia do estabelecimento no computador ou tablet, através de um site específico. O sistema mostra quanto foi produzido no dia, no mês, no ano, além de saber quanto o local deixou de emitir de CO2.”

A preocupação com o meio ambiente também foi um fator decisivo para Diego Branco optar pela energia solar. “Se tivéssemos mais casas e empresas com solar, teríamos menos termoelétricas ligadas, que é uma fonte de energia mais cara e suja”, comenta. “A energia solar é totalmente limpa e, por causa da menor emissão de Co2 há uma redução do efeito estufa”, conclui Luís Guilherme.

É feito um projeto para definir onde os painéis solares serão instalados (Foto: Divulgação)É feito um projeto para definir onde os painéis solares serão instalados (Foto: Divulgação)

São Paulo – As florestas ocupam 22% do território daÍndia. É pouco, mas vale muito: nada menos do que US$ 1,7 trilhões, quase o PIB do próprio país, e mais que o do Canadá. A estimativa vem de um relatório produzido por uma painel de cientistas do Instituto Indiano de Pesquisa e Gestão Florestal da Índia.

Em 2013, a pedido do governo indiano, eles calcularam o Valor Presente Líquido (VPL) das florestas indianas para uma situação hipotética em que toda a cobertura vegetal fosse convertida para atividades econômicas.

Como nossas sociedades têm dificuldade de enxergar valor em coisas que não circulam dentro do tradicional sistema de preços — quanto custam as árvores, as águas de um manacial ou até mesmo o ar que se respira? — a valoração ambiental tem atraído atenção de governos, que buscam de alguma forma legitimar a importância da preservação dos ecossistemas naturais.

No caso indiano, a legislação determina que quando terrenos florestais são convertidos para uso industrial, o desenvolvedor do projeto tem que pagar uma quantia determinada para a arborização compensatória e o Valor Presente Líquido (VPL) da floresta, para compensar a perda de ecossistema.

Neste mês, o ministro de Meio Ambiente daquele país aprovou o relatório apresentado em 2013, que a partir de agora servirá de base para calcular o valor de compensação florestal por áreas que vierem a ser desmatadas. As taxas de cobrança foram fixadas em 2008, mas a nova revisão de valores deve duplicar essas taxas, segundo o Hindu Times.

O desmatamento, seja ele legal ou ilegal, é um ciclo vicioso. Na Índia, a perda de cobertura florestal está associada, principalmente, à agricultura, exploração de madeira, mineração e construção indiscriminada de projetos hidroelétricos. Para agravar, o país ainda tem uma população em crescimento constante e uma urbanização desordenada, o que aumenta a pressão sobre as áreas verdes.

O saldo da perda de floresta é sempre desastroso, e inclui erosão do solo, secas e enchentes extremas. Um estudo recente do Indian Institute of Science de Bangalore estimou que o desmatamento em grande escala poderia, até mesmo, mudar a direção das chuvas de monção para o sul do país, o que reduziria a precipitação na Índia em quase um quinto, segundo os cientistas.

Na prática, com a aplicação das novas taxas pelo Ministério do Meio Ambiente, a Índia vai aumentar a sua arrecadação junto aos industriais e talvez frear novas investidas do setor sobre as áreas florestadas remanescentes.

Apesar das aparentes boas intenções da nova abordagem, as autoridades deixaram de fora cerca de 400 milhões de pessoas que dependem direta ou indiretamente dos recursos florestais para sua sobrevivência.

Ao contrário do que propunha o relatório do Instituto Indiano de Gestão Florestal e Pesquisa Florestal da Índia, as comunidades florestais não serão contempladas pelo fundo de compensação por desmatamento. Então quando uma floresta for desmatada para fins econômicos, as comunidades tradicionais afetadas não serão compensadas e tampouco participarão do processo de decisão inicial.

Historicamente, a Índia herdou uma infraestrutura de governança florestal colonial que trata as florestas como propriedade do Estado. Essa situação gerou nos últimos anos uma grande mobilização nacional exigindo direitos locais sobre as florestas e culminou em 2006 com a criação da Lei de Direitos Florestais.

Mas as autoridades indianas ainda falham em reconhecer os direitos coletivos territoriais dos grupos tribais. A falta de direitos legalmente reconhecidos deixa as comunidades vulneráveis à perda de suas terras, o que, por tabela, também reduz a proteção das florestas, um problema que extrapola as fronteiras indianas.

Globalmente, existem pelo menos 513 milhões de hectares de florestas comunitárias, reconhecidas legalmente. Estudos mostram que esses terrenos, mantidos coletivamente por populações rurais ou indígenas, revelam-se aliados na luta pela preservação ambiental e no combate às mudanças climáticas.

Nesse sentido, fortalecer os direitos das comunidades florestais e expandir suas áreas é uma oportunidade para os governos cumprirem suas metas climáticas ao mesmo tempo em que protegem o meio ambiente.

Fonte: Revista Exame

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A adoção da integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) pode revolucionar o perfil das propriedades rurais. “Das grandes às pequenas, sem distinção”, enfatiza o pesquisador Carlos Eugênio Martins, da Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora (MG). Em Minas Gerais, pequenos produtores, como o pecuarista Márcio José de Resende, de Coronel Xavier, viram mudar suas chácaras radicalmente. “Isso aqui era só grama e rabo de burro (erva daninha invasora de pastos)”, lembra. “Hoje, tenho pasto recuperado, pastagem farta e uma safra de madeira para ser aproveitada.”

Na propriedade de 26 hectares, familiar, a adoção da ILPF aconteceu na safra 2009/2010. Leonardo Calsavara, daEmater-MG, entidade que participou da implantação do sistema no sítio, lembra que, naquela época, o custo por hectare da ILPF foi de R$ 2.200. “No primeiro ano, só a produção de milho foi suficiente para cobrir os custos iniciais e gerou um resíduo de R$ 600 por hectare”, diz.

Na propriedade, foram plantados milho, braquiária e eucalipto. As vacas leiteiras passaram a produzir 600 litros de leite por dia após três anos de implantação. “Foi possível preservar a Reserva Legal, pois a madeira (originária da desrama) tornou a fazenda autossuficiente em madeira.”

Em Mar de Espanha (MG), o produtor Vicente Machado também adotou o sistema. “Compramos o sítio em 1979 e, com o uso intensivo dos pastos, ele ficou degradado e eu sem dinheiro para recuperar a área, de 120 hectares”, diz. “Com a ILPF, foi possível recuperar os pastos e ter solo adubado para plantar milho e braquiária. Hoje, a vaca vem comer capim na ponta, não é mais tratada no cocho. É ela quem escolhe o que quer comer, quando quer e quanto quer comer. Só foi preciso mudar nossos hábitos.”

Dúvidas frequentes

1.É possível adotar o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta em pequenas propriedades?
A integração lavoura-pecuária-floresta é um sistema que adapta-se a qualquer tamanho de propriedade, desde que as condições edafoclimáticas (características do clima e solo) não sejam restritivas. É importante lembrar que o plantio consorciado de milho com capim (jaraguá e colonião), nas décadas de 1950 e 1960, foi prática comum na implantação manual de pasto nas “roças de toco”, portanto, pode ser adotada em pequenas áreas. Mas, em propriedades com uso intensivo de máquinas agrícolas e insumos, a escala de produção pode ser determinante da viabilidade econômica do sistema. É preciso ter planejamento eficiente, gestão competente e envolvimento de uma equipe multidisciplinar.

2.Existe um programa de financiamento ou linha de crédito para quem deseja adotar o sistema ILPF na propriedade?
A ILPF é uma das tecnologias incentivadas pelo Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (Programa ABC), criado em 2010 pelo governo federal e que concede créditos para quem adota técnicas agrícolas sustentáveis. A taxa de juros é de 5,5% ao ano. O prazo de pagamento pode chegar a 15 anos. O Programa ABC também incentiva a adoção de plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, recuperação de áreas degradadas, plantio de florestas e tratamento de resíduos animais.

3.Como selecionar a espécie florestal para compor o sistema? Existem outras espécies de árvores recomendadas para o sistema ILPF além do eucalipto?
As espécies arbóreas devem ser escolhidas de acordo com a adaptação ao local, arquitetura da copa, facilidade de estabelecimento, exigências do mercado, ritmo de crescimento, tipo de raiz, controle de erosão e escorrimento superficial de águas da chuva, sombra para animais e compatibilidade com pastagens e gado. A espécie de maior potencial de utilização em ILPF é o eucalipto, graças a seu rápido crescimento, oferta de clones adaptados a diferentes regiões, copa rala, elevado rendimento econômico e usos múltiplos com a produção de madeireiros e não madeireiros. Outras espécies sendo utilizadas são acácia, paricá, pinho cuiabano, mogno africano, cedro australiano, canafístula, grevílea ou pínus. Também há pesquisas com mogno brasileiro e teca.

4.Como determinar o espaçamento ideal de árvores e a quantidade de linhas e renques?
Existem arranjos diferentes, de acordo com perfil, localização e objetivos da propriedade. O arranjo mais simples e eficaz é o de aleias, em que as árvores são plantadas em faixas (linhas simples ou múltiplas) com espaçamentos amplos. A distribuição das faixas de plantio das árvores é realizada preferencialmente no sentido leste-oeste e deverá ser em curvas de nível, impedindo a erosão do solo e a perda de água por escoamento superficial.

5.Existem limitações físicas ou geográficas para a implantação do sistema ILPF, como geadas, seca ou terrenos declivosos, arenosos ou muito úmidos?
Em solos declivosos, a principal limitação é a mecanização, mas é possível o uso de implementos com tração animal e a distribuição das faixas de árvores deve ser realizada em curvas de nível. Nas demais situações, já existem conhecimento e tecnologias adaptadas para diferentes condições edafoclimáticas.

6.O produtor que adotar o sistema ILPF deve fazê-lo em toda a área?
Se o produtor não tem experiência com ILPF, recomenda-se começar em áreas menores para conhecer os processos e práticas necessárias e, além disso, minimizar riscos financeiros.

7.É verdade que o eucalipto retira muita água do sistema ILPF?
O eucalipto não consome mais água por unidade de biomassa produzida do que qualquer outra espécie vegetal. O consumo de água de uma floresta de eucalipto é em torno de 900 a 1.200 milímetros por ano.

8.O componente florestal (F) do sistema ILPF é obrigatório em todos os casos?
Não. O conceito de ILPF adotado pela Embrapa, por exemplo, engloba modalidades sem árvores (integração lavoura-pecuária) e com árvores.
9 Depois de quanto tempo é possível obter retorno econômico com a adoção da ILPF?
Em sistema de integração lavoura-pecuária, em dois anos é possível obter retorno positivo. Nos sistemas agrossilvipastoris, dependendo das práticas silviculturais adotadas, os retornos positivos podem ser obtidos entre quatro e oito anos.

Fonte: Embrapa via Globo Rural

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Visando o melhor entendimento sobre as diferenças entre as espécies de mogno africano cultivadas como floresta para extração futura de madeira no Brasil, compartilhamos este artigo de pesquisa de campo realizado pelo senhor Milton Frank, associado da ABPMA (Associação Brasileira dos Produtores de Mogno Africano) com relação ao estresse hídrico nas espécies.

Observa-se que a espécie Khaya Ivorenses apesar de possuir madeira mais uniforme e retilínea é menos resistente a seca, principalmente no período pós plantio.

Outra dificuldade relatada em outros artigos na internet é que é mais vulnerável a broca (lagarta que apodrece a madeira) no período adulto.

Já a espécie Khaya Senegalenses possui madeira mais arrepiada, com mais galhos, porem sua resistência é surpreendentemente maior  que a Ivorenses na seca e sem incidência de broca na idade adulta, demandando apenas um maior cuidado na ralhação de galhos. Confira o artigo:

O ESTRESSE HÍDRICO É BENÉFICO PARA O MOGNO IVORENSIS E SENEGALENSIS

Aqui no Mato Grosso em Diamantino no ano passado choveu cerca de 2.100 mm. Foi um ano atípico, pois o normal é um índice em torno de 1.600 mm. Acontece que durante os meses de abril, maio, junho, julho e agosto não caiu uma gota de chuva aqui na região. Veio a chover no dia 29 de setembro de 2014 e mesmo assim apenas 10 mm. A chuva só firmou agora dia 23 de outubro de 2014.

Com este cenário de seca tive o seguinte resultado nos plantios de Mogno Ivorensis e Senegalensis:

MOGNO IVORENSIS:

1-     De uma população de 8.000 mudas plantadas de mogno ivorensis apenas 73 mudas secaram e morreram. 1609 mudas ficaram sem folhas, pois elas caíram em sua totalidade, As demais mudas apenas sentiram a seca com os seguintes sintomas: algumas folhas caíram, algumas folhas ficaram amareladas, algumas folhas secaram nas suas pontas, e algumas folhas murcharam de dia se recuperando à noite.

2-     Logo depois das primeiras chuvas todas as mudas de mogno ivorensis retomaram o crescimento e soltaram brotos. O que me chamou a atenção é que o crescimento médio do mogno ivorensis depois das primeiras chuvas foi de 46,36 cm até hoje dia 29/10/2014. As árvores vão continuar a crescer e vou torná-las a medir quando o período chuvoso terminar no final de março de 2015.

3-     Replantei as 73 mudas que morreram logo após a queda da primeira chuva e elas estão vigorosas.

MOGNO SENEGALENSIS:

1-     De uma população de 8.000 mudas plantadas de mogno senegalensis apenas 6 mudas secaram e morreram. Nenhuma muda ficou sem folhas, As demais mudas não sentiram absolutamente nada.

2-     Logo depois das primeiras chuvas todas as mudas de mogno senegalensis retomaram o crescimento e soltaram brotos. O crescimento médio do mogno senegalensis depois das primeiras chuvas foi de 18,36 cm até hoje dia 29/10/2014. As árvores vão continuar a crescer e vou torná-las a medir quando o período chuvoso terminar no final de março de 2015.

3-     Replantei as 6 mudas que morreram logo após a queda da primeira chuva e elas estão vigorosas.

COMPARATIVO DAS DUAS ESPÉCIES:

1-     O Mogno Senegalensis cresceu mesmo durante a seca. Durante o período de seca o mogno senegalensis cresceu 22,8 cm em média.

2-     O Mogno ivorensis também cresceu na seca, mas seu crescimento médio foi de 1,34 cm.

3-     O mogno senegalensis não sentiu a seca tanto num solo argiloso quanto num solo arenoso com 16% de argila.

4-     O mogno ivorensis não sentiu a seca no solo argiloso, porém ele sentiu a seca num solo arenoso com 16% de argila.

5-     No geral a seca não prejudicou o plantio de nenhuma das duas espécies de mogno.

6-     O mogno ivorensis teve um índice de mortalidade de 0,9125% o que é excelente em silvicultura.

7-     O mogno senegalensis teve um índice de mortalidade de 0,075% o que é espetacular a nível de silvicultura.

MANEJO DESTES DOIS PLANTIOS – SILVICULTURA A MODA ANTIGA USANDO NOVAS TECNOLOGIAS:

1-     Foi dado dois ferros de grade 36 no solo.

2-     Foi jogado 2 toneladas de calcário calcítico por hectare

3-     O solo foi nivelado

4-     Foi aplicado os defensivos SOLARA e SAVANA. A dose foi de 1,5 litros por hectare.

5-     Foi feito uma cova de 60 cm de profundidade para o plantio

6-     No fundo da cova foi colocado 300 gramas de adubo 9%  de nitrogênio, 2% de fósforo, 9% de potássio, 5%de enxofre, 1% de boro, 1% de zinco e 0,5% de manganês.

7-     Depois de depositado no fundo este adubo cobrimos a cova com 30 de terra.

8-     Depois disso plantamos a muda com muito cuidado e manualmente no chão.

9-     Para combater formiga usamos DINAGRO-S que mostrou uma eficiência de 100%, pois nenhuma muda sofreu ataque de formigas. Nosso combate foi feito da seguinte forma: Combate total duas semanas antes do plantio diretamente nas trilhas das formigas e nas intermediações dos olheiros. Quantidade de formicida calculada conforme instruções do fabricante. Depois do primeiro combate fizemos de 3 em 3 meses o combate sistemático.

10-  Não fizemos ainda nenhuma capina ou roçada. O que fizemos foi um coroamento depois do sexto mês de plantio apenas nas mudas que apresentaram mato competição. Após o coroamento aplicamos FORDOR com pulverizador costal na área do coroamento feito.

11-  Aplicamos no pé das mudas no mês de fevereiro e março (antes da seca) o produto REDIRENOVARE que é um produto a base de turfa. Este produto age na facilitação da liberação dos nutrientes que estão no solo. Nossa intenção foi fortalecer as mudas a fim de que elas ficassem aptas para enfrentar a seca.

12-  Usamos também o produto REDISTART que é um bioativador florestal, também considerado um fertilizante líquido e sua aplicação é folear. Este produto foi aplicado em dezembro, de dois a três meses após o plantio. Aplicamos com pulverizadores costais.

OBSERVAÇÃO: Os produtos REDINOVARE e REDISTART foram fornecidos gratuitamente pela REDI FERTILIZANTES que em troca solicitou o acompanhamento dos resultados práticos e a passagem deste resultado para eles.

Milton Frank, associado da ABPMA

Fonte: ABPMA

     Originário da costa ocidental africana, hoje o mogno africano ganha espaço no cenário mundial, especialmente no Brasil, onde é a principal madeira nobre cultivada. Com interessante valor econômico, o mogno africano tem boa cotação no mercado internacional e excelente uso comercial, devido à raridade e beleza da madeira, que é usada em movelaria, construção naval e em sofisticadas peças ornamentais.

     Além do alto aproveitamento econômico, o plantio do mogno africano torna-se interessante pela capacidade de adaptação em todo território nacional, pela revitalização de áreas degradadas e cultivo em consórcio com demais espécies, tais como banana, café, milho, soja, sorgo e outras, além do cultivo também em sistema de integração lavoura-pecuária-floresta.

     Entre as quatro espécies conhecidas pela denominação genérica de mogno africano, a Khaya ivorensis é a que tem apresentado melhor desenvolvimento, seguida da Khaya antoteca e pela K. grandiflora. Apesar de contar com bom crescimento, a Khaya senegalensis esgalha mais demandando maior cuidado .

     Histórico – Em 1976, cinco exemplares da Khaia ivorensis cultivadas na sede da Embrapa Amazônia Oriental, em Belém-PA, chamaram a atenção pelo crescimento, altura e diâmetro atingidos. Mas as primeiras sementes do mogno africano só foram produzidas no país em 1989, permitindo que agricultores locais iniciassem a difusão do plantio da espécie.

     Com desenvolvimento mais vigoroso e abundante, a Khaya ivorensis tomou, em alguns casos, áreas onde já havia sido plantado mogno brasileiro no Pará, e de lá a plantação se espalhou também para o centro-sul do país, chegando a Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

     Vantagens – De tronco retilíneo – característica importante para uma espécie madeireira –, o mogno africano ainda leva vantagem sobre seus pares que pertencem à mesma família, como o próprio mogno brasileiro, o cedro e a andiroba. Também fornecedoras de madeira de qualidade, essas espécies são, no entanto, mais vulneráveis ao ataque da broca-das-ponteiras, o que favorece a emissão de ramos laterais e torna o tronco curto, o que faz com que os exemplares percam valor como produto madeireiro.

     Além disso, é possível plantar mogno africano em sítios, chácaras ou fazendas, mesmo que, por se tratar de árvore de grande porte, não seja recomendado o plantio próximo a casas, galpões e redes elétricas e de telefone. Se for necessário, as sementes podem ser armazenadas por mais de um ano, mas precisam estar secas e envasadas em embalagens à prova de vapor d’água, além de mantidas em câmaras frias ou geladeira, sob temperatura entre 5º e 8 ºC.

     O mogno africano tem bom desenvolvimento em solos de terra firme, preferencialmente em locais com clima tropical úmido, mas também se adapta bem a regiões de clima subtropical. As adubações devem ser feitas com base na análise de solo, mas a espécie responde muito bem à adubação orgânica, sendo que uma planta adubada com esterco tem crescimento 50% superior no primeiro ano.

     Entre 15 e 20 anos, o mogno africano atinge a idade de corte. Com os cuidados necessários, como controle de mato, adubação e verificação de doenças, o tronco deverá estar com 12 a 15 metros de comprimento e diâmetro entre 60 e 80 centímetros.

     Devido ao seu alto valor agregado, a busca pelo mogno africano continua a crescer, o que torna o seu plantio um promissor investimento a médio e longo prazo, especialmente pelo fato de que há um déficit da madeira no panorama internacional, o que a torna cada vez mais requisitada. Além disso, a alta rentabilidade da madeira, quando comparada a outras culturas, ajuda a consolidar o mogno africano como um negócio sustentável e altamente lucrativo.

O mogno africano tem boa cotação no mercado internacional e excelente uso comercial, se tornando uma boa opção de investimento a médio e longo prazo.

Fonte: CREA GO

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   Para descobrimos se o Mogno Africano é a melhor opção de investimento em se tratando de Florestas Plantadas e, principalmente, de madeiras nobres, devemos ter em mente dois principais aspectos: primeiro, o seu valor comparado as demais madeiras e, segundo, a sua taxa de desenvolvimento.

 

O Valor de Mercado

    O quadro comparativo abaixo exemplifica que, o Mogno Africano, assim como qualquer outra madeira Nobre, possui alto valor de mercado. Os valores estão em reais por metro cúbico de madeira:

    Vemos que seu valor se iguala ao Jatobá, sendo inferior, somente ao Ypê. Contudo, observamos também, que as madeiras nobres possuem um preço por metro cúbico expressivamente maior que o pinus e o eucalipto.

  Segundo a ITTO (The International Tropical Timber Organization – Organização Internacional das Madeiras Tropicais), o país de Gana exportou o metro cúbico da madeira serrada de Mogno Africano em 2014 a 629 Euros, conforme a tabela acima apresenta.

     A cotação de novembro de 2015 apresenta, ainda, uma alta dos preços. A madeira serrada de Mogno Africano da espécie Khaya Ivorensis foi exportada a 989 euros por m³. 

 O Desenvolvimento

  O Fuste de uma árvore é o comprimento do tronco que pode ser aproveitado em madeira serrada. Conforme demonstrado nas figuras abaixo, a taxa de crescimento do Mogno Africano é, em média, 1 metro de Fuste por ano.

     O DAP é o diâmetro do tronco medido na altura do peito, que no Mogno Africano evolui, em média, 5 cm por ano.

      Dessa forma, aos 10 anos, obtemos um Fuste de 10 metros e um DAP de 50 cm. Isso resulta em um volume de mais de 1,9 m³ de madeira por árvore.

  Podemos usar como parâmetro de comparação o Ipê-roxo, que somente aos 20 anos atinge, em média, um volume de 0,4 m³, conforme tabela abaixo¹.

     Esse desempenho volumétrico baixo não é exceção do ipê, mas pode ser verificado em diversas outras espécies de madeira nobre, tais como mogno brasileiro, teca, jatobá, cumaru, guanandi, entre outros.

     Conclusão

      Ao final dessas análises, concluímos que em termos de valor de mercado, o Mogno Africano se assemelha as demais madeiras nobres. Contudo, seu diferencial consiste em sua elevada taxa de crescimento, que é sensivelmente maior. Sendo, portanto, a melhor opção de investimento.

¹Ciência Florestal, v. 10 , n. 2, 2000, pág 96.

Fonte: Poupança Verde Mudas

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Aquecimento global é o processo de aumento da temperatura média dos oceanos e da atmosfera da Terra

O aquecimento global e as mudanças climáticas são termos para o aumento escala século observada na temperatura média da Terra sistema climático e seus efeitos relacionados.

Várias linhas de evidências científicas mostram que o sistema climático está a aquecer. Embora o aumento da temperatura atmosférica perto da superfície é a medida do aquecimento global frequentemente relatados na imprensa popular, a maior parte da energia adicional armazenada no sistema climático desde 1970 tem ido para o aquecimento dos oceanos.

O restante derreter gelo e aqueceu os continentes e atmosfera . Muitas das mudanças observadas desde os anos 1950 são sem precedentes ao longo de dezenas de milhares de anos.

O Que é Aquecimento Global? Guia Tira Dúvidas! 

A compreensão científica do aquecimento global está aumentando.O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) relatou em 2014 que os cientistas eram mais de 95% de certeza de que o aquecimento global é principalmente causado pelas atividades humanas (antropogênicos) , principalmente o aumento das concentrações de gases de efeito estufa como o dióxido de carbono (CO 2 ).

Human-made dióxido de carbono continua a aumentar acima dos níveis não vistos em centenas de milhares de anos: atualmente, cerca de metade do dióxido de carbono liberado pela queima de combustíveis fósseis não é absorvida pela vegetação e os oceanos e permanece na atmosfera.

Modelo climático projeções resumidas no relatório indicou que durante o século 21, a temperatura da superfície global é provável que aumente mais um 0,3 a 1,7 ° C (0,5 a 3,1 ° F) para seu mais baixo cenário de emissões usando uma mitigação rigorosa e 2,6-4,8 ° C (4,7-8,6 ° F) por sua alta. Estes resultados foram reconhecidos pelas academias nacionais de ciências dos países mais industrializados e não são contestados por qualquer órgão científico da posição nacional ou internacional.

Futuras mudanças climáticas e impactos associados será diferente de região para região ao redor do mundo. Antecipados efeitos incluem aquecimento da temperatura global, a subida do nível do mar , mudando a precipitação , e expansão de desertos nos subtrópicos.

É esperado aquecimento ser maior sobre a terra do que sobre os oceanos e maior no Ártico , com o contínuo recuo das geleiras , permafrost e gelo do mar . Outras mudanças prováveis incluem mais frequentes climáticos extremos eventos, incluindo ondas de calor , secas , pesadas chuvas com inundações e pesada queda de neve ; a acidificação dos oceanos ; e extinção de espécies devido à mudança de regimes de temperatura. Efeitos significativos para os seres humanos incluem a ameaça à segurança alimentar de diminuir o rendimento das culturas e do abandono de áreas povoadas , devido à subida do nível do mar .

Uma vez que o sistema climático tem uma grande ” inércia ” e CO 2 irão permanecer na atmosfera durante um longo tempo, muitos desses efeitos não só existirá para décadas ou séculos, mas vai persistir por dezenas de milhares de anos.

Respostas sociais possíveis para o aquecimento global incluem a mitigação de redução de emissões, a adaptação aos seus efeitos, os sistemas de construção resistente aos seus efeitos, bem como sobre eventuais engenharia climática . A maioria dos países são partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), cujo objectivo final é o de evitar alterações climáticas antropogénicas perigosas .A UNFCCC adotaram uma série de políticas destinadas a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e para ajudar na adaptação ao aquecimento global.

Partes da UNFCCC concordaram que cortes profundos nas emissões são necessários e como primeiro alvo o futuro o aquecimento global deve ser limitado a abaixo de 2,0 ° C (3,6 ° F) em relação ao nível pré-industrial, enquanto o Acordo de Paris de 2015 afirmou que as partes também vai “prosseguir os esforços para” limitar o aumento da temperatura a 1,5 ° F (0,8 ° C).

Reações públicas para o aquecimento global e os temores gerais dos seus efeitos são também constantemente a aumentar, com 2.015 mundial Pew Research Center relatório mostrando uma média de 54% que o consideram “um problema muito sério”. Há, no entanto, diferenças regionais significativas. Notavelmente, americanos e chineses , cujas economias são responsáveis por maiores emissões anuais de CO2 , estão entre os menos interessados.

Mudanças de temperatura

A média global (terra e mar) temperatura da superfície mostra um aquecimento de 0,85 [0,65-1,06] ° C no período 1880-2012, com base em vários conjuntos de dados produzidos de forma independente. A temperatura média da superfície da Terra aumentou 0,74 ± 0,18 ° C ao longo do período 1906-2005. A taxa de aquecimento quase duplicou na última metade deste período ( 0,13 ± 0,03 ° C por década , contra 0,07 ± 0,02 ° C por década ).

A temperatura média do menor troposfera tem aumentado entre 0,13 e 0,22 ° C (0,23 e 0,40 ° F) por década desde 1979, de acordo com medições de temperatura via satélite . Proxies Clima mostrar a temperatura ter sido relativamente estável ao longo dos um ou dois mil anos antes de 1850, com variados regionalmente flutuações como o Período Quente medieval e da pequena Idade do gelo .

O aquecimento que é evidente no registro da temperatura instrumental é consistente com uma vasta gama de observações, como documentado por muitos grupos científicos independentes. Os exemplos incluem aumento do nível do mar , derretimento generalizado da neve e terra do gelo, aumentou o conteúdo de calor dos oceanos , o aumento de umidade,  e quanto mais cedo calendário de eventos da mola, por exemplo, a floração das plantas. A probabilidade de que essas mudanças poderiam ter ocorrido por acaso é praticamente nulo .

As mudanças de temperatura variar ao longo do globo. Desde 1979, as temperaturas da terra aumentaram cerca de duas vezes mais rápido que as temperaturas do oceano ( 0,25 ° C por década contra 0,13 ° C por década ). As temperaturas do oceano aumentam mais lentamente do que as temperaturas da terra por causa da eficácia maior capacidade térmica dos oceanos e porque o oceano perde mais calor por evaporação.

Desde o início da industrialização a diferença de temperatura entre os hemisférios tem aumentado devido ao derretimento do gelo do mar e neve no norte. As temperaturas médias árticas têm vindo a aumentar em quase o dobro do taxa do resto do mundo nos últimos 100 anos; no entanto temperaturas ártico também são altamente variáveis.

Embora mais gases são emitidos no Norte de Hemisfério Sul este não contribui para a diferença de o aquecimento porque as principais gases de estufa persistir o tempo suficiente para misturar entre os hemisférios.

A inércia térmica dos oceanos e respostas lentas de outros efeitos indiretos significa que o clima pode levar séculos ou mais para se ajustar às mudanças em forçar. Compromisso Clima estudos indicam que mesmo que gases de efeito estufa foram estabilizadas nos níveis do ano 2000, um aquecimento adicional de cerca de 0,5 ° C (0,9 ° F) ainda ocorrer.

Temperatura global está sujeita a flutuações de curto prazo que se sobrepõem tendências de longo prazo e pode mascarar-los temporariamente. A relativa estabilidade da temperatura da superfície 2002-2009, que foi apelidado o hiato aquecimento global pela mídia e alguns cientistas, é consistente com tal episódio. 2015 atualizações para explicar os métodos de diferentes medição medições de temperatura de superfície do oceano mostram uma tendência positiva sobre a última década.

anos mais quentes

15 dos melhores 16 anos mais quentes ocorreram desde 2000. Enquanto anos de recorde pode atrair interesse público considerável, anos individuais são menos significativos do que a tendência geral. Assim, alguns climatologistas têm criticado a atenção que a imprensa popular dá para estatísticas “ano mais quente”; por exemplo, Gavin Schmidt afirmou que “as tendências de longo prazo ou a sequência esperada de registros são muito mais importantes do que se qualquer único ano é um registro ou não.” [61]

2015 não foi apenas o ano mais quente já registrado, ele quebrou o recorde pelo maior margem pela qual o registro foi quebrado. 2015 foi o ano consecutivo 39 com temperaturas acima da média. Oscilações oceano como El Niño Oscilação Sul (ENOS) pode afetar as temperaturas médias globais, por exemplo, 1998 temperaturas foram significativamente reforçada por fortes condições de El Niño. 1998 continuou a ser o ano mais quente até 2005 e 2010, a temperatura destes dois anos foi reforçada por períodos de El Niño. O grande margem pela qual 2015 é o ano mais quente também é atribuída a outro forte El Niño.

No entanto, 2014 foi ENSO neutro. De acordo com a NOAA e NASA de 2015 teve mais quentes respectivos meses no recorde de 10 dos 12 meses. A temperatura média ao redor do globo foi 1.62˚F (0.90˚C) ou 20% acima da média do século XX. Em um primeiro, dezembro 2015 foi também o primeiro mês de sempre chegar a uma temperatura de 2 graus Fahrenheit acima do normal para o planeta.

Aquecimento Global

Tudo que você queria saber sobre nossa mudança climática, mas tinham medo de perguntar.

O que provoca o aquecimento global?

O aquecimento global ocorre quando o dióxido de carbono (CO2 ) e de outros poluentes do ar acumular-se na atmosfera e absorvem a luz solar e radiação solar que saltou fora da superfície da terra. Normalmente, essa radiação iria escapar para o espaço-mas estes poluentes, que podem durar por anos para séculos na atmosfera, prender o calor e causar o planeta ficar mais quente.

Nos Estados Unidos, a queima de combustíveis fósseis para gerar eletricidade é a maior fonte de poluição de reter o calor, produzindo cerca de dois bilhões de toneladas de CO2 por ano. usinas de queima de carvão são de longe os maiores poluidores. a segunda maior fonte de poluição de carbono do país é o setor de transportes, que gera cerca de 1,7 bilhões de toneladas de emissões de CO2 por ano.

Limitar perigosa mudança climática exige cortes muito profundos nas emissões, bem como o uso de alternativas aos combustíveis fósseis em todo o mundo. A boa notícia é que nós começamos uma reviravolta: as emissões de CO2 nos Estados Unidos, na verdade, diminuiu de 2005 para 2014, em parte graças à nova tecnologia, eficiência energética e do uso de combustíveis mais limpos. E os cientistas continuam a desenvolver novas formas de modernização das centrais eléctricas, geram eletricidade mais limpa, e queimar menos gasolina, enquanto nós dirigimos. O desafio é ter certeza que essas soluções são colocadas em uso e amplamente adotado.

É a terra realmente ficando mais quente?

Ao longo dos últimos 50 anos, a temperatura média global aumentou na taxa mais rápida na história. E especialistas vêem a tendência está se acelerando: Todos, exceto um dos 16 anos mais quentes da ficha 134 anos da NASA ter ocorrido  desde 2000 .

Mudanças climáticas negadores têm argumentado que houve uma “pausa” ou um “abrandamento” no aumento das temperaturas globais, mas vários estudos recentes, incluindo um papel 2015 publicado na revista Science, refutaram essa alegação. E os cientistas dizem que a menos que reduzir as emissões do aquecimento global, as temperaturas médias dos EUA poderiam aumentar em até 10 graus Fahrenheit durante o próximo século.

O aquecimento global está causando condições meteorológicas extremas?

Os cientistas concordam que a elevação das temperaturas da Terra estão alimentando as ondas de calor mais longos e mais quentes, secas mais frequentes, as chuvas mais pesadas, e furacões mais poderosos. Em 2015, por exemplo, os cientistas disseram que uma seca em curso na Califórnia-a pior escassez de água no estado 1.200 anos-tinham sido intensificadas em 15 por cento a 20 por cento pelo aquecimento global. Eles também disseram que as chances de secas similares que acontecem no futuro tinha praticamente dobrou durante o último século. E em 2016, as Academias Nacionais de Ciência, Engenharia e Medicina anunciou que agora é possível atribuir com confiança certos eventos climáticos, como algumas ondas de calor, diretamente para a mudança climática.

Temperaturas do oceano do planeta estão ficando mais quentes, também, o que significa que as tempestades tropicais pode pegar mais energia. Assim, o aquecimento global poderia girar, digamos, uma tempestade de categoria 3 para uma forma mais perigosa categoria 4 tempestade. Na verdade, os cientistas descobriram que a frequência de furacões no Atlântico Norte tem  aumentado  desde o início da década de 1980, bem como o número de tempestades que atingem as categorias 4 e 5. Em 2005, o furacão Katrina-o furacão mais caro em golpeou-história dos Estados Unidos New Orleans ; o segundo mais caro, o furacão Sandy, atingiu a Costa Leste em 2012.

Os impactos do aquecimento global estão sendo sentidos em todo o mundo. ondas de calor extremas causaram dezenas de milhares de mortes em todo o mundo nos últimos anos. E em um sinal alarmante de eventos que estão por vir, Antarctica tem vindo a perder cerca de 134 bilhões de toneladas de gelo por ano desde 2002. Esta taxa poderia acelerar se continuarmos a queima de combustíveis fósseis no nosso ritmo atual, alguns especialistas dizem que, fazendo com que o nível do mar subir vários metros ao longo dos próximos 50 a 150 anos.

Por que eu deveria me importar?

A cada ano, os cientistas saber mais sobre como o aquecimento global está afetando o planeta, e muitos concordam que, econômicas e consequências para a saúde ambiental têm probabilidade de ocorrer se as tendências atuais continuarem.Aqui é apenas um punhado de que podemos olhar para a frente:

  • O derretimento das geleiras, derretimento de neve precoce e secas severas vão causar mais dramáticos escassez de água e aumentar o risco de incêndios florestais no oeste americano.
  • A elevação do nível do mar vai levar a inundações costeiras na costa leste, especialmente na Flórida, e em outras áreas como o Golfo do México.
  • Florestas, fazendas e cidades terá de enfrentar novas pragas problemáticas, ondas de calor, chuvas pesadas, e aumento das inundações. Todos esses fatores irão danificar ou destruir a agricultura e as pescas.
  • Perturbação de habitats como os recifes de coral e prados alpinos poderia dirigir muitas espécies de plantas e animais à extinção.
  • Alergias, asma, e surtos de doenças infecciosas se tornarão mais comuns devido ao aumento do crescimento de ervas produtoras de pólen, níveis mais elevados de poluição do ar, e a propagação de condições favoráveis aos patógenos e mosquitos.

Onde é que os Estados Unidos está, em termos de contribuintes do aquecimento global?

Nos últimos anos, a China assumiu a liderança da poluição do aquecimento global, produzindo cerca de  28 por cento  de todas as emissões de CO2. Os Estados Unidos vem em segundo. Apesar de fazer-se apenas a 4 por cento da população do mundo, que produzem um 16 por cento enorme de todas as emissões de CO2-como globais tanto quanto a União Europeia e a Índia (terceiro e quarto lugar) combinados. E a América ainda é o número um, de longe, em emissões acumuladas ao longo dos últimos 150 anos. Nossa responsabilidade é importante para outros países, e deve importa para nós, também.

são os Estados Unidos fazendo nada para frear o aquecimento global?

Nós começamos. Mas, a fim de evitar os piores efeitos da mudança climática, precisamos fazer muito mais, juntamente com outros países-para reduzir a nossa dependência dos combustíveis fósseis e começar a utilizar energia limpa em seu lugar.

Em 2015, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos se comprometeram a reduzir a poluição de carbono de nossas usinas por cerca de um terço até 2030, em relação aos níveis de 2005, através do seu Plano de Energia Limpa. O Departamento de Transportes dos Estados Unidos propôs a poluição de carbono e padrões de economia de combustível que deve reduzir as emissões através da década de 2020. Os produtos químicos que contribuem para o aquecimento global, como hidrofluorocarbonetos (utilizado em condicionadores de ar), estão sendo eliminados da produção nacional, e por isso são itens domésticos energeticamente ineficientes, como lâmpadas incandescentes. Também em 2015, a energia solar e eólica forneceu mais de 5 por cento da eletricidade dos Estados Unidos pela primeira vez, ea construção começou no primeiro projeto de energia eólica offshore do país.

Globalmente, na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, em Paris, 195 países-incluindo os Estados Unidos, concordou em disposições de redução de poluição, com o objetivo de prevenir a temperatura média global aumente mais de 1,5 graus Celsius acima da época pré-industrial. (Os cientistas dizem que devemos ficar abaixo de um aumento de dois graus para evitar impactos climáticos catastróficos.)

Para ajudar a fazer o negócio acontecer, a administração Obama prometeu US $ 3 bilhões para o Fundo Verde para o Clima, uma organização internacional dedicada a ajudar os países pobres adotar tecnologias de energia mais limpas. Sob os termos do acordo de Paris, nações participantes se reunirá a cada cinco anos, começando em 2020, a rever os seus planos para cortar as emissões de CO2. A partir de 2023, eles também terão de informar publicamente o seu progresso.

O aquecimento global é muito grande para mim fazer qualquer coisa sobre isso pessoalmente?

Não. Há muitos passos simples que você pode tomar agora para reduzir a poluição de carbono. Faça conservação de energia uma parte de sua rotina diária e suas decisões como um consumidor. Quando você compra novos aparelhos como geladeiras, lavadoras e secadoras, olhar para os produtos com selo Energy Star do governo; eles encontram um padrão mais elevado para a eficiência energética do que as exigências federais mínimos. Quando você compra um carro, procure aquele com o maior consumo de combustível e menores emissões. Você também pode reduzir suas emissões, tomando o transporte público ou carona quando possível.

E enquanto novos padrões federais e estaduais são um passo na direção certa, muito mais precisa ser feito.  Exprima seu apoio  das políticas de preparação favoráveis ao clima e alterações climáticas, e diga aos seus representantes que a transição de combustíveis fósseis sujos para limpar o poder deve ser uma prioridade, porque superior é vital para a construção de comunidades saudáveis, mais seguros.

Fonte: meioambienterio

Autuação foi no assentamento Tamarineiro II, em Corumbá (MS)
Se condenados, assentados podem pegar de um a dois anos de reclusão.

Policiais Militares Ambientais (PMA) autuaram e multaram dois assentados, de 52 e 74 anos, em R$ 2,5 mil por uso ilegal de motosserras e por exploração de aroeira nessa noite de sexta-feira (15) no assentamento Tamarineiro II em Corumbá, a 415 quilômetros de Campo Grande.

Segundo informações da PMA, eles derrubaram as árvores de espécie protegida por lei com as máquinas que não possuem Documento de Porte e Uso (LPU). A LPU é uma licença ambiental obrigatória para o transporte e utilização do equipamento.

As atividades foram interditadas. Os infratores responderão por crime ambiental, e se condenados, podem pegar pena que varia de um a dois anos de reclusão. O corte também é proibido em desmatamentos autorizados.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) proíbe o corte da aroeira e de outras madeiras nobres sem plano de manejo, que também precisa ser aprovado por órgãos ambientais.

Sabia que cada R$ 1,00 investido em Mogno Africano pode render até R$ 29,00*

A Floreste tem o prazer de indicar a seus clientes uma das madeiras mais nobres e rentáveis do mercado. Nossa melhor escolha ao indicar alta produtividade e qualidade de madeira está no Mogno Africano, Khaya Ivorensis.

Ela tem um amplo uso comercial devido às características tecnológicas e a beleza da madeira. De elevada durabilidade, fácil manuseio e secagem, o mogno africano se destaca no mercado europeu que é grande importador principalmente da espécie Khaya ivorensis.

O mogno africano pode ser até  47 vezes mais rentável do que o eucalipto. O valor do metro cúbico do mogno africano, segundo cotação de março de 2013, é de 2.500 reais aos 15 anos de idade. Já o Eucalipto tem seu metro cúbico estere vendido a 77,50 reais aos 6 anos de idade.

A demanda de madeira é alta e o Brasil já entrou em um processo de apagão florestal. Isto significa que faltará madeira para a demanda de consumo interno e externo. Este é um ótimo momento para iniciar um investimento em plantio de florestas.

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Fonte: http://mudasnobres.com.br/mogno-africano

Texto da fonte adaptado para Floreste.

 

O governo do presidente em exercício, Michel Temer, deverá implementar, ainda este ano, medidas de estímulo à produção agrícola e à pecuária, disse, nesta terça-feira (12), o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, durante almoço com Temer organizado pela Frente Parlamentar da Agropecuária.

Além de Maggi, participaram de almoço os ministros Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) e Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações).

Durante o encontro, Maggi mencionou os desafios de comandar a área que mais contribui com o Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ministro, bastante elogiado pelos parlamentares presentes no encontro, mencionou sua trajetória no setor. “Vivo esse negócio, conheço esse negócio”, frisou Maggi.

Ele mencionou que, caso o processo do impeachment passe pelo Senado, o governo do presidente em exercício, Michel Temer, apresentará medidas direcionadas para estimular o crescimento do agronegócio e melhoria das condições para exportação.

“Nós vamos sugerir algumas iniciativas importantes, mas vamos aguardar nos tornamos um governo definitivo”, disse.

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Ele também mencionou, ainda, que as as medidas não trarão novas imposições legais para o setor, que, na avaliação dele, já sofre com excesso de leis, normativos e decretos regulatórios.

“Ninguém gosta de entrar o ano com uma política e, virando o ano, já ter outra política. Tem uma série de áreas que precisam da atenção política, que precisam de cuidado. Áreas que precisam que o governo olhe para elas, e não que atrapalhe.”

Fonte: Portal Planalto 

 

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