Clima

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Para vigorar, é necessário que nações ratifiquem texto internamente. China e EUA, maiores poluidores, dizem que farão processo este ano.

Na última sexta-feira (22), na sede das Nações Unidas, em Nova York, 175 países assinaram o Acordo de Paris contra a mudança climática. Jamais tantos países tinham assinado uma convenção internacional deste tipo no primeiro dia em que o texto foi aberto para que as nações começassem a aderir.

Para que o acordo entre em vigor, é preciso agora que pelo menos 55 países, que somem no total 55% das emissões globais, completem o processo de ratificação. Entre eles, 15, em sua maioria pequenos países insulares, já o fizeram nesta sexta, e espera-se que ao longo deste ano muitas outras nações sigam o caminho. Na maioria dos casos, os países precisam que o texto seja aprovado por seus parlamentos.

Os dois maiores poluidores do mundo, Estados Unidos e China, se comprometeram a cumprir esses processos neste ano e, no caso dos chineses, antes da cúpula do G-20 prevista para setembro.

Dilma assina acordo do clima na ONU (Foto: Jewel Samad/AFP)

O Brasil foi representado pela presidente Dilma Rousseff.

A França, que liderou as negociações deste primeiro acordo global contra a mudança climática, espera que seu parlamento autorize a ratificação ainda neste ano, segundo o presidente François Hollande.

O chefe de Estado francês, que foi hoje o primeiro a assinar o documento, cobrou que os demais países da União Europeia (UE) deem o “exemplo” e cumpram as ratificações ao longo de 2016.

Os discursos dos líderes mundiais ressaltaram o sentimento de urgência de ação contra o aquecimento global. “Estamos em uma corrida contra o relógio”, advertiu o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que reiterou que o “futuro” do mundo depende dos progressos rumo a uma economia baixa em emissões. “Estamos batendo recordes nesta reunião, e é uma boa notícia. Mas os recordes também estão sendo batidos fora”, disse Ban ao se referir sobre as temperaturas globais e o degelo.

Já o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, selou o pacto em nome de seu país acompanhado de sua neta de 2 anos. As Nações Unidas também destacaram a importância do momento para o futuro do mundo e decidiu que, ao invés de um alto dirigente da organização, as primeiras palavras da sessão de assinatura fossem da jovem tanzaniana Gertrude Clément, que com apenas 16 anos se destacou por seu ativismo sobre o clima.

Os mais de 60 líderes e centenas de representantes nacionais reunidos no salão da Assembleia Geral ouviram também um forte discurso do ator Leonardo DiCaprio, que apoia a ONU como Mensageiro contra a mudança climática.

“O mundo está olhando. Os senhores serão aclamados ou vilipendiados pelas gerações futuras”, alertou DiCaprio aos líderes mundiais, ressaltando que “o planeta não será salvo se não deixarmos os combustíveis fósseis debaixo da terra, onde pertencem”.

Leonardo DiCaprio na sede da ONU nesta sexta (22) (Foto: Jewel Samad/AFP)
Leonardo DiCaprio na sede da ONU nesta sexta (22) (Foto: Jewel Samad/AFP)

O acordo é o primeiro pacto universal de luta contra a mudança climática de cumprimento obrigatório e determina que seus 195 países signatários ajam para que a temperatura média do planeta sofra uma elevação “muito abaixo de 2°C”, mas “reunindo esforços para limitar o aumento de temperatura a 1,5°C”.

Processo de adesão

A adoção do texto de Paris, que colocou fim a anos de complexas e trabalhosas negociações, “não quer dizer que as partes aderem automaticamente ao acordo”, lembra Eliza Northrop, do World Resources Institute.

São necessárias duas etapas: a assinatura (aberta desta sexta-feira até abril de 2017) e a ratificação em função das regras nacionais (votação pelo parlamento, decreto, etc). Formalmente, para entrar em vigor, o acordo de Paris precisa ser ratificado por 55 países que representem 55% das emissões mundiais de gases de efeito estufa.

Alguns países indicaram que depositarão os instrumentos de ratificação imediatamente depois da assinatura da convenção, no próprio dia 22 de abril, enquanto em muitas nações se requer a aprovação parlamentar.

“Uma entrada em vigor rápida”, talvez em 2017 ou 2018, “permitiria enviar uma mensagem política”, afirma Laurence Tubiana, negociadora francesa.

“Para aplicá-lo, os Estados devem agora organizar sua transição energética, que passa por uma reorientação dos investimentos”, resume Celia Gautier, da ONG Réseau Action Climat (ONG).

VEJA OS PRINCIPAIS PONTOS DO ACORDO DO CLIMA DE PARIS

– Países devem trabalhar para que aquecimento fique muito abaixo de 2ºC, buscando limitá-lo a 1,5ºC
– Países ricos devem garantir financiamento de US$ 100 bilhões por ano
– Não há menção à porcentagem de corte de emissão de gases-estufa necessária
– Texto não determina quando emissões precisam parar de subir
– Acordo deve ser revisto a cada 5 anos


Acordo inédito

O Acordo de Paris foi  primeira vez que se atinge um consenso global em um acordo em que todos os países reconhecem que as emissões de gases do efeito estufa precisam ser desaceleradas e, em algum momento, comecem a cair.

Cientistas criticam a ausência de metas específicas de cortes de emissão para períodos de longo prazo – de 2050 –, mas o acordo deixa em aberto a possibilidade de que essas sejam estabelecidas posteriormente, com “a melhor ciência possível”.

O tratado não determina com precisão até quando as emissões precisam parar de subir e começar a cair, mas reconhece o pico tem de ocorrer logo.

“As partes do acordo visam atingir um pico global nas emissões de gases de efeito estufa assim que possível, reconhecendo que o pico levará mais tempo para países em desenvolvimento”, diz o texto.

O documento ainda conclama os países a “adotarem reduções rápidas a partir de então, de acordo com a melhor ciência disponível, de modo a atingir um equilíbrio entre as emissões antropogênicas por fontes [queima de combustíveis fósseis] e pela remoção por sorvedouros de gases de efeito estufa na segunda metade deste século.”

Financiamento

Também está incluído o compromisso de países ricos de garantirem um financiamento de ao menos US$ 100 bilhões por ano para combater a mudança climática em nações desenvolvidas a partir de 2020, até ao menos 2025, quando o valor deve ser rediscutido.

O acordo também inclui um mecanismo para revisão periódica das promessas nacionais dos países para rever suas metas de desacelerar as emissões do efeito estufa, que não atingem hoje nem metade da ambição necessária para evitar o aquecimento de 2°C.

Tanto o financiamento quanto a ambição terão de ser revistos de cinco em cinco anos. A primeira reunião para reavaliar o grau de ambição dos cortes é prevista para 2023, mas em 2018 deve ocorrer um encontro que vai debatê-las antecipadamente.

Proposta final de texto da COP 21 agora é analisada pelos representantes de 195 países (Foto: Miguel Medina/AFP)
Proposta final de texto da COP 21: texto foi aprovado pelos 195 países (Foto: Miguel Medina/AFP)

Outro ponto crucial do acordo foi o estabelecimento de um mecanismo de compensação por perdas e danos causados por consequências da mudança climática que já são evitáveis. Muitos países pobres e nações-ilhas cobravam um artigo especial no tratado para isso, e foram atendidos.

Países emergentes lutaram muito durante as negociações contra que fossem obrigados a dar contribuições junto com países ricos. No final, a obrigação ficou apenas com países ricos.

“Países desenvolvidos parte do acordo devem fornecer recursos financeiros para auxiliar países em desenvolvimento com relação a mitigação e adaptação”, diz texto do acordo. “Outras partes são encorajadas a continuar a prover tal suporte voluntariamente.”

Fonte: G1, em São Paulo

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A intensidade da exposição a este risco dependerá da data de plantio das lavouras de milho nestes Estados

A presença do El Niño no verão garantiu boas condições de umidade para o período do plantio de milho, mas o enfraquecimento do fenômeno climático coincidindo com o outono contribui para que algumas ondas de frio neste ano cheguem mais cedo.

No geral, o enfraquecimento do El Niño ao longo do primeiro semestre terá impactos diferentes sobre as lavouras de milho, conforme a região de produção.

No caso da segunda safra do Paraná e de Mato Grosso do Sul, a principal ameaça neste ano está associada à ocorrência de geadasentre o final de maio e o início de junho. A intensidade da exposição ao risco dependerá da data de plantio das lavouras.

Para os Estados de Mato Grosso e Goiás, bem como para as áreas produtoras do sudeste do Brasil, o risco está relacionado ao fato de omilho ter sido semeado mais tarde, por causa do atraso no plantio e da colheita da safra de verão.

Neste ano, as chuvas de verão devem cortar mais cedo, na segunda quinzena de abril. O mês de maio deve apresentar um padrão seco. Mas o enfraquecimento do El Niño favorece a ocorrência de alguns episódios isolados de chuvas, associados à propagação de frentes frias sobre o sudeste do Brasil.

Esses episódios isolados de chuvas no Sudeste, previstos para maio e início de junho, mesmo que não garantam condições ideais para o desenvolvimento das lavouras, são fundamentais para as fases de floração e enchimento degrão.

EUA

Há probabilidade de estiagem no verão

A mudança do clima no decorrer de 2016 representa aumento do risco para as lavouras de soja e milho dos Estados Unidos.

O enfraquecimento do El Niño contribui para diminuir a possibilidade de excesso de chuva durante a primavera, que, associada à elevação da temperatura, deve favorecer o período de plantio. Em contrapartida, essa condição climática aumenta o risco de estiagens regionalizadas durante o verão.

No caso da Ásia e da Oceania, o enfraquecimento do El Niño, sem dúvida, é uma boa notícia, tendo em vista que partes do continente asiático e da Austrália já sentem os efeitos da redução das chuvas (seca) provocadas pelo fenômeno. Portanto, o indicativo é mais favorável para o verão de 2016 nesses continentes, com a normalização das chuvas, beneficiando diretamente a produção de cana-de-açúcar da Índia.

Vale a pena lembrar que as condições da atmosfera reagem às diferentes fontes de energia. A principal é o Sol, que, em função do movimento da Terra em torno do mesmo, define o ciclo sazonal, ou seja, as estações do ano.

A segunda fonte de energia são os oceanos, cujo aquecimento ou resfriamento acaba influenciando no comportamento do clima nos continentes.

No caso do Pacífico equatorial, trata-se de um ciclo interanual, embora não bem determinado, mas que influencia diretamente na qualidade das estações do ano em diversas partes do globo.

Isso explica porque o clima pode variar tanto de um ano para outro. Cada vez mais, a ocorrência de fenômenos climáticos desperta interesse e expectativas.

Café, cana e laranja

Indicativo de La Niña favorece colheita

Para as culturas perenes e semiperenes, caso da cana-de-açúcar, café e laranja, cuja produção se concentra na Região sudeste, o El Niño, em grande parte, ajudou na recuperação do déficit hídrico acumulado, especialmente nos últimos dois anos.

As áreas produtoras de cana e laranja de São Paulo há mais de seis meses registram sucessivamente chuvas acima da média. As áreas produtoras de café se beneficiaram mais com as chuvas dos meses de verão.

O Espírito Santo é uma exceção, pois a lavouras de café ainda sofrem as consequências do terceiro ano seguido de precipitações abaixo da média.

O enfraquecimento do El Niño e o indicativo de La Niña para o segundo semestre representam uma condição com temperaturas mais amenas e período seco (inverno) mais longo, o que, em tese, favorece o período de colheita.

Pastagens

Chuvas não repõem o déficit hídrico

O janeiro mais chuvoso e as conhecidas chuvas em março são insuficientes para repor o déficit hídrico acumulado nos últimos anos nas áreas de pastagem do Sudeste e do Centro-Oeste. As pastagens não tiveram condições adequadas de desenvolvimento pleno durante o verão e continuarão expostas ao déficit, pois as chuvas neste ano devem cortar mais cedo.

O cenário para 2016 se agrava em função do indicativo de um período seco (inverno) mais longo, incluindo também as regiões de pastagens do norte e nordeste do Brasil.Já as pastagens da Região Sul e também de Mato Grosso do Sul e de São Paulo, que há mais de um ano se beneficiam com chuvas abundantes, passam a conviver com redução gradual das chuvas de agora em diante, devido ao enfraquecimento do fenômeno. Além disso, há principalmente o risco de ocorrência de geadas no próximo inverno.

Argentina

El Niño confirma a fama de período chuvoso

As principais regiões produtoras de grãos da Argentina terminaram fevereiro apresentando excelentes condições de umidade do solo, graças à presença do El Niño, que provocou chuvas desde a instalação das lavouras.
Vale lembrar que essa não é a condição padrão para a Argentina, que normalmente costuma enfrentar problemas de falta de chuva e períodos de estiagem durante os meses de verão.

É importante observar que, no caso da Argentina, o indicativo de La Niña para o segundo semestre de 2016 representa aumento do risco para a lavoura de 2017.

Considerando as dimensões territoriais da lavoura na Argentina, nem a presença do El Niño este ano foi suficiente para garantir condições de chuvas regulares em todas as províncias.

Para março e abril, ainda permanece o risco de ocorrência de alguns episódios de frentes frias intensas e chuvas fortes.

Porém, o enfraquecimento do El Niño, em parte, ajuda a reduzir a pressão do excesso de chuvas, o que, em tese, favorece o período de colheita.

Essa condição também favorece para que o outono e o inverno sejam um pouco mais frios, embora sem previsão de frio extremo e duradouro.

Fonte: Revista Globo Rural

O nível dos oceanos subiu mais rapidamente ao longo do século XX do que nos três últimos milênios, devido às alterações climáticas, indica um estudo publicado na segunda-feira.

Entre 1900 e 2000, os oceanos e os mares do planeta subiram cerca de 14 centímetros, por causa do degelo, principalmente no Ártico, revelaram os autores de estudos publicados na revista científica norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences(PNAS).

Os climatólogos estimaram que, sem a elevação da temperatura do planeta observada desde o início da era industrial, a subida do nível dos oceanos teria correspondido a menos da metade observada nos últimos cem anos.

A partir de novos cálculos, especialistas estimam que, entre 1900 e 2000, os oceanos subiram cerca de 14 cm por causa do degelo Arquivo/Agência Brasil

O século passado “foi excepcional em comparação com os últimos três milênios e a elevação no nível dos oceanos acelerou nos últimos 20 anos”, disse Robert Kopp, professor do departamento de Ciências da Terra da Universidade Rutgers, em Nova Jersey, Estados Unidos.

Segundo este estudo, feito a partir de uma nova abordagem estatística concebida pela Universidade de Harvard, em Massachusetts, nos Estados Unidos, o nível dos oceanos baixou cerca de oito centímetros entre o ano 1000 e 1400, período marcado por um arrefecimento planetário de 0,2 graus Celsius (°C).

Atualmente, a temperatura mundial média está um grau acima do que a do final do século 19.

Para determinar a evolução do nível dos oceanos durante os últimos três mil anos, os cientistas compilaram novos dados geológicos que indicam a elevação do nível das águas, como os pântanos e os recifes de corais, os sítios arqueológicos, além de dados referentes a marés em 60 pontos do globo nos últimos 300 anos.

Estas estimativas detalham a variação do nível dos oceanos durante os últimos 30 séculos, permitindo fazer projeções mais exatas, explicou Andrew Kemp, professor de Ciências Oceânicas e da Terra da Universidade Tufts, em Massachusetts.

Os investigadores também calculam que o nível dos oceanos pode aumentar “muito provavelmente” de 51 centímetros para 1,3 metro durante este século “caso o mundo continue a ser tão dependente de energias fósseis”.

Em 12 de dezembro, 195 países aprovaram o acordo de Paris, que prevê conter a elevação das temperaturas em dois graus acima da era pré-industrial.

Se os compromissos conduzirem a uma eliminação gradual do uso carvão e dos hidrocarbonetos, o aumento do nível dos oceanos talvez não vá além de 24 a 60 centímetros, segundo o estudo.

“Estes novos dados sobre o nível dos oceanos confirmam uma vez mais como este período moderno de aquecimento não é habitual, porque se deve às nossas emissões de gases de efeito de estufa”, sublinhou Stefan Rahmstorf, professor de Oceanografia no Instituto Potsdam de investigação sobre o impacto do clima, na Alemanha.

Fonte: Agência Brasil via meioambienterio

Mato Grosso do Sul deu o primeiro passo para auxiliar o Brasil a atingir as metas estabelecidas para a redução das emissões de carbono e contenção dos efeitos do aquecimento global, firmadas no documento final da Conferência Mundial do Clima (COP 21) realizada em dezembro do ano passado em Paris. O Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico (Semade) realizaram na segunda-feira (15), a primeira reunião do Grupo de Trabalho sobre Mudanças Climáticas e Biodiversidade.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, “o GT está no ambito do PPA (Plano Plurianual) da Semade e integra as ações do ProClima, programa idealizado para discutir e propor políticas públicas sobre o tema. O objetivo inicial desse grupo é o de apresentar ao final de 2016 um Plano Estadual para as Mudanças Climáticas e oferecer contribuições efetivas para as metas brasileiras firmadas na Carta de Paris”.

Técnicos do Imasul e da Semade integram o GT, juntamente com representantes de outros órgãos do governo do Estado, como a Defesa Civil, Secretaria de Produção e Agricultura Familiar (Sepaf) e Secretaria de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação (Sectei). Serão realizados encontros periódicos para o nivelamento do conhecimento dos integrantes e levantamento de todo o know how de pesquisas e estudos existentes sobre o assunto em Mato Grosso do Sul.

“Trata-se de um novo paradigma a ser estabelecido em nosso Estado. Não podemos falar de Desenvolvimento Sustentável sem tratar de ações que contribuam para conter o aquecimento global. O GT vai nos indicar caminhos para estabelecer uma política pública de governo. Será um trabalho intenso e ousado, mas que vai nos possibilitar contribuir significativamente para o país e o mundo”, afirma o secretário-adjunto da Semade, Ricardo Senna.

Algumas ações concretas já serão realizadas ainda no primeiro semestre deste ano. “Vamos realizar um seminário com pesquisadores da área e instituições que tratam do tema. Temos uma proposta audaciosa que é a de criar o programa Estado de Mato Grosso do Sul Carbono Zero. Já possuímos um agricultura tecnificada e uma produção industrial com práticas sustentáveis. Nós acreditamos que podemos ser um Estado pioneiro e nos destacar nacionalmente sob o ponto de vista estratégico. Queremos liderar o processo de mudanças climáticas e mostrar que é possível um Estado ser Carbono Zero”, informou o titular da Semade e diretor-presidente do Imasul.

Além do secretário Jaime Verruck e do secretário-adjunto Ricardo Senna, também participaram da primeira reunião do GT Mudanças Climáticas e Biodiversidade a diretora de Desenvolvimento do Imasul, Thaís Azambuja Caramori, a gerente de Desenvolvimento e Modernização, Eliane Crisóstomo Dias Ribeiro, o superintendente de Ciência e Tecnologia da Sectei, Renato Roscoe, representantes da Sepaf, da Defesa Civil e fiscais, analistas e gestores ambientais do Instituto. Outras entidades poderão ser convidadas a participar do GT, que será coordenado pela Semade e pelo Imasul. (fonte: idest.com.br)

 

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